sábado, 7 de março de 2015

PORTFÓLIO FINAL DO PACTO DO ENSINO MÉDIO 2014


SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA – SEC
COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
DIREC-07 ITABUNA-BA
Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Formador: José Roberto Dantas
ATIVIDADE DO PACTO DO ENSINO MÉDIO
PORTFÓLIO
Seguindo orientações do material no Midiateca, onde apresentam algumas opções para construção do portfólio virtual, segue o escolhido por nós, CARBONMADE PORTFÓLIO.

Segue o link, o qual dará acesso ao PORTFÓLIO:
Email para entrar no portifólio: genivaldo.pacto.em@gmail.com
Senha: fred2014

CURSISTAS
MARIA DE FÁTIMA NARCISO LEAL SANTANA
JOSEMÁRIA SILVA DOS SANTOS ALMEIDA
JUSCÉLIA SIRQUEIRA PINHEIRO
MARIA GILMÁRIA RAMOS PARDINHO
ANDERSON SANTOS DE CARVALHO
MARISTELA A. CARVALHO
AUDINÊDE S. SILVA
GILMARA ANGÉLICA S. CARSOSO
ALTAMIRO B. DOS SANTOS JÚNIOR


OTP - ATIVIDADES

SECRETARIA DA EDUCAÇÃODO ESTADO DA BAHIA                                                                                                
PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.

OTP – REFLEXÃO E AÇÃO DA  Pag. 20

1) Explicite as principais características da pluralidade e diversidade dos sujeitos (professores e estudantes) como fundamentos a serem considerados no PPP.
2) Faça uma discussão com os estudantesde uma de suas turmas acerca do empoderamento e dos desafios decorrentes dessa relação democrática.
3) Realize uma reflexão sobre a dualidade estrutural do Ensino Médio, identificando as manifestações nos estudantes e professores. 4) Faça uma discussão sobre a formação continuada como espaço de debate e de aproveitamento das experiências docentes. A partir dessas reflexões e dos registros decorrentes dessas atividades,faça uma análise com os professores cursistas de sua turma, considerando as seguintes questões:
a) Quais são os problemas que precisam ser resolvidos imediatamente na escola? b) O que já foi feito pararesolvê-los? c) Como cada segmento pode contribuir para mudar essa situação? Destaque as contribuições dos estudantes. Agora, encaminhe os registros desta atividade ao gestor e ao Conselho Escolar como contribuição para a reescrita do Projeto Político-Pedagógico.
Nossa reflexão acerca da escola como locus de formação humana integral nos remete ao conceito de território educativo. Assim, a escola como território educativo no contexto da formação humana
O reconhecimento da diversidade e da pluralidade presente no contexto social permitiu a existência de condições para distinguir diferentes possibilidades de organização familiar. Com isto, a concepção de família restrita a laços consanguíneos e matrimoniais passou por alterações, tanto na sua constituição,como no seu reconhecimento jurídico. Com essa reflexão, o núcleo familiar constitui um espaço de humanização em que se estabelece um relacionamento entre pessoas com valores e organização específicos; e são construídos vínculos afetivos, de proteção e de responsabilidade, essenciais ao desenvolvimento humano em condições dignas e de respeito aos direitos humanos.
Essa dualidade estrutural do Ensino Médio historicamente construiu diferentes políticas educacionais que refletiram dois perfis de formação de professor, um destinado à educação geral e outro a educação profissional.
Esta dualidade do Ensino Médio atingiu professores e estudantes nos aspectos formativos e profissionais,
como uma resposta às demandas do contexto econômico; que por sua vez, distribuiu os estudantes em dois grupos distintos. Um desses grupos, o maior, direcionado a atender a necessidade de mão de obra; e o outro, muitoseleto, formado para corresponder aos cargos intermediários e dirigentes da sociedade brasileira.
O território é a base das relações sociais. Afirma Milton Santos (2000) que a sociedade exerce permanentemente um diálogo com o território usado, e queesse diálogo inclui as coisas naturais e artificiais, a herança social e a sociedade em seu movimento atual (SANTOS, 2000, p. 26
É interessante considerar que o professor, no exercício da sua atividade docente, atinge a cada ano milhões de brasileiros - jovens que trazem as características dos seus grupos sociais, as manifestações da pluralidade e da diversidade humana construída na realidade brasileira, e que deixam também suas influências nas trajetórias docentes. Por outro lado, há que se considerar que a categoria docente não é homogênea quanto à idade, identidade linguística (regionalismo), gênero, orientação sexual, etnia, cultura, elementos socio econômicos,formação inicial e continuada etc.
Como parte da humanidade, os professores também são constituídos na pluralidade e diversidade dosdemais sujeitos sociais, mas diferentemente, enriquecidos nas lutas pela democracia, pelo respeito e pela dignidade profissional.
O professor enquanto sujeito que atua no espaço escolar estabelece relações num contexto de pluralidadee diversidade com outros sujeitos, interagindo não apenas com os seus alunos em sala de aula,mas imprimindo suas influências em todo o espaço educativo, mediado pelos conhecimentos científicos,culturais, tecnológicos, filosóficos, artísticos e políticos.
O conjunto das experiências democráticas forjado nas lutas, a partir da Constituição Federal de 1988, fortaleceu o poder de influência dos professoresna definição de políticas educacionais. Porém, na escola, a luta pela participação de todos os atores da comunidade escolar ainda constitui um grande desafio, apesar da existência de políticas difusoras da participação de todosos segmentos da comunidade escolar, a exemplo dos Conselhos Escolares.
questionamentos acerca da sua formação docente inicial e continuada, intensificam o debate referente às relações entre universidade, como instância formadora,e a educação básica como espaço de trabalho dos professores. Isto implica pensar a formação continuada como política de aperfeiçoamento do exercício profissional que pode contribuir para desencadear mudanças nos cursos de licenciatura, como também inspirar novas lutas a respeito de questõesrelacionadas a carreira, salário, jornada de trabalho, número médio de estudantes por turma, infra estrutura e recursos pedagógicos (salas de aula, bibliotecas, laboratórios, recursos audiovisuais etc.) na perspectivada gestão democrática da escola.
a formação continuada de professores vincula-se diretamente ao direito à jornada de trabalho como umdos eixos da valorização do magistério e reconfiguração do trabalho pedagógico escolar articulado à realização de estudos, discussão sobre os problemas da escola, planejamento participativo e atendimento à família do estudante.
Ao enfatizar a importância da formação continuada de professores, coordenadores e gestores escolares, pretendemos destacar a função da escola como lugar de direitos e de deveres, de relação com a comunidade, por entender que é essa escola que pode ensinar cidadania.
Os espaços de participação política possibilitam a revisão de papéis dos sujeitos e dos sentidos que eles ganham na produção da vida cotidiana e, nesta condição, é que se formam os processos de empoderamento.
Na escola, o espaço de empoderamento conclama os fundamentos da democracia participativa como forma potencializadora da participação de todos os segmentos da comunidade escolar na reescrita, acompanhamento e avaliação contínua do Projeto Político-Pedagógico.
Nesse sentido, destacamos a participação dos estudantes nos processos de convivências democráticas na escola. O estudo de Graco e Aguiar (2002, p. 74) explicita que os alunos reconhecem como pertinentes ao grêmio estudantil: o debate, a participação nas decisões, a escolha da representatividade,a comunicação entre os membros da comunidade escolar, o exercício do trabalho coletivo,a valorização da cultura e a autonomia do grupo.
Isto significa identificar a democracia representativa como via institucional, onde os estudantes encontram espaço para o exercício de voz e voto. Contudo, há que se reconhecer que essa forma de participação não é capaz de assegurar a participação de todos os estudantes no processo de tomada de decisões a respeito de suas necessidades e desejos.
A dimensão educativa do Conselho de Classe Participativo pressupõe a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar em três momentos distintos, mas interdependentes: pré-conselho, conselho epós-conselho. O pré-conselho deve realizar o levantamento de problemas epropostas de soluções, tanto por parte dos estudantes, quanto dos professores.
A análise e organização prévia dessas questões por parte do coordenador pedagógico constitui a pauta do Conselho de Classe Pleno. Neste momento,os professores, os estudantes representantes de turma e os representantes dosfuncionários, sob a coordenação do diretor e coordenador pedagógico, devemanalisar as informações decorrentes do pré-conselho e propor as açõesnecessárias à transformação da realidade apresentada. As ações propostas noconselho pleno passam a constituir o Plano de Trabalho dos docentes e dosgestores escolares, que por sua vez orientam a realização de pós-conselhocom todos os estudantes da turma e redimensiona as reuniões com os pais/responsáveis, reconfigurando as formas de atuação dos estudantes e de seusfamiliares. O Conselho de Classe Participativo assume função pedagógica que redimensiona todo o trabalho educativo da escola.

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA – SEC                                                                                             
PACTO ENSINO MÉDIO – BAHIA

Formador: Genivaldo Pereira dos Santos
UEE: Colégio Estadual Fred Gedeon
Cidade: Floresta Azul
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior
REFLEXÃO E AÇÃO OTP – PAG . 13
O professor Miguel Arroyo realiza uma discussão acerca da diversidade na sociedade e na escola.
Vamos assistir ao vídeo?
Faça uma reflexão com seus colegas, com base nas questões: 1- A diversidade e a pluralidade constituem desafio na organização do trabalho pedagógico escolar? Quais? 2- A pluralidade e a diversidade  podem ser mola propulsora de nova organização do trabalho pedagógico? Como? Por que? Essa reflexão  possibilitou um novo olhar sobre a diversidade da sua escola? Registre as conclusões dessa reflexão,  destacando os aspectos que a comunidade escolar precisa considerar na reescrita do PPP e na elaboração do Plano de Trabalho Docente. Apresente os registros dessa reflexão ao Conselho Escolar para análise,  apreciação e deliberação quanto a mudanças necessárias das práticas pedagógicas e de gestão da escola.
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=17766



As questões referentes às diferenças culturais suscitam um debate que tem interessado não apenas aos movimentos sociais, mas também à mídia, à academia e ao governo brasileiro, que, em diferentes momentos políticos e sob diferentes olhares e perspectivas teóricopolíticas, têm sido instigados a considerar reivindicações da sociedade organizada em favor do reconhecimento à diversidade. Nesse sentido, o estado brasileiro vem buscando incorporar em seus documentos oficiais temáticas relacionadas à pluralidade.
Uma proposta curricular voltada para a cidadania deve preocupar-se necessariamente com as diversidades existentes na sociedade, uma das bases concretas em que se praticam os preceitos éticos. É a ética que norteia e exige de todos — da escola e dos educadores em particular —, propostas e iniciativas que visem à superação do preconceito e da discriminação. A contribuição da escola na construção da democracia é a de promover os princípios éticos de liberdade, dignidade, respeito mútuo, justiça e eqüidade, solidariedade, diálogo no cotidiano; é a de encontrar formas de cumprir o princípio constitucional de igualdade, o que exige sensibilidade para a questão da diversidade cultural e ações decididas em relação aos problemas gerados pela injustiça social.
Segundo Parish (1989), “Não há dúvida, as escolas precisam adaptar-se aos alunos e não o inverso”.
É necessário que as escolas busquem alternativas para receber todos os alunos, não basta retirar o aluno da escola especial e jogá-lo em uma sala de aula porque a lei exige, uma escola sem professores preparados, sem material pedagógico e sala de recursos não acolherá essa criança de fato. É preciso, verdadeiramente, que esse aluno esteja incluído e não apenas integrado.

É indispensável que toda a reflexão do fenômeno educacional contemple tanto a diversidade como a singularidade, existentes na formação dos docentes e em suas práticas escolares Caso contrário, tende a ser uma mera descrição, ideologizada, pretensamente legitimadora de um ponto de vista, permanecendo a meio caminho da interpretação autêntica.
Segundo Wayne Saitor(1991), ”A questão fundamental é a atitude. Se é algo que você deseja fazer, você começa a procurar meios de consegui-lo. Se é algo que você não deseja fazer, você começa a procurar desculpas para não fazê-lo”.
A escola, ao atender as peculiaridades físicas, psicológicas e sociais de seus alunos, criará condições para que eles participem e busquem novas maneiras de interagir com a realidade, buscando e transformando saberes dentro das suas vivências sem que hája preconceitos, esquecendo, até mesmo, das suas diferenças.
Site:


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PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.

OTP – REFLEXÃO E AÇÃO DA  Pag. 40


Prezado Professor, prezada Professora, individualmente leia as duas atividades propostas e escolha uma para realizar. Faça os registros da atividade selecionada e socialize as suas conclusões com seus colegas.
I - Mediante sua participação no Conselho de Classe, faça um relatório claro e objetivo com base  nas seguintes questões: Anote todos os diálogos e impressões que você puder observar nesta tarefa.
Agora responda:
1-Quais foram os problemas levantados?
2-Quais os encaminhamentos propostos?
3-Estabeleça a diferença entre queixa e problema.
4-Quais questões de ensino e aprendizagem foram tratadas no Conselho?
5-Quais foram as sugestões propostas?
6-Quais práticas de gestão democrática você identificou no Conselho?
7- Que mudanças você propõe para a realização do Conselho de Classe?

II - Realize a leitura e análise de uma ata de Conselho de Classe com base nas questões apresentadas  na atividade I.

PROPOSTA ESCOLHIDA: No I

1.    Dificuldade de aprendizagem – Falta de motivação dos nossos alunos – Problemas de relacionamentos entre eles,etc
2.    Encaminhamentos desses problemas aos pais conjuntamente com a escola – Aulas de reforço
3.    A queixa é uma circunstância momentânea  o Problema é algo mais permanente que permite encontrarmos soluções. E sempre é feito com todos os envolvidos.
4.    Dificuldades de aprendizagem é o que mais são discutidos nas nossas reuniões de Conselho.
5.    Aulas de Reforço a ponto de criar o chamado DDA  - Dia da Aprendizagem.
6.    Sempre o professor tem a liberdade de decisão, de escolhas com referencia as decisões e implantações daquilo que a escola propõe. Democracia para com todos os alunos: opiniões, decisões, participações, etc.
7.    Está sempre participativa com a presença de todos os colegas e ativa de cada um no sentido de detectar problemas e buscar soluções. Participação do Colegiado Escolar e de representante de estudantes, etc.






MATEMÁTICA - ATIVIDADES

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PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
ATIVIDADE DE MATEMÁTICA – PÁGINA 14
Caro Professor, cara Professora,
No texto dessa Unidade fizemos a afirmação de que há um predomínio, nem sempre desejável, do  pensamento lógico-dedutivo nas atividades propostas em Matemática. Você, Professor de Matemática,  concorda com isso? Ou o dominante é mesmo a mera prescrição de regras e procedimentos sem comprovação?
Vamos pensar sobre o assunto? Nos exemplos que usamos no texto, há a indicação de atividades  que podem ser pensadas por várias áreas ou componentes curriculares. Propomos que, em grupo, seja  analisado um conjunto de atividades realizadas com os estudantes no período de uma semana. O ideal é  que sejam analisadas as atividades de todos os componentes curriculares de uma determinada turma de  estudantes na tentativa de observar e identificar os tipos de pensamento matemático que possam estar  presentes nessas atividades. Sugerimos o uso da seguinte tabela:
Componente curricular
Breve descrição da atividade
Tipos de pensamentos matemáticos  envolvidos
Principio  fundamental da contagem
Iniciar a aula conversando com os
alunos sobre  diferentes técnicas de
contagem. Apresentar uma situação
problema envolvendo contagens,
 introduzindo assim o assunto.
Identificar  padrões numéricos, compreender e resolver
situação problema.
Permutações simples
Explicar  o significado da palavra
Permutar (trocar), leva aos alunos a
perceber quea permutação também
é uma técnica de contagem.
Identificar  padrões numéricos, compreender e resolver
situação problema.



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PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
                       
                                                 
Gincana da Matemática – ATIV. PAG 23
JUSTIFICATIVA
A Gincana é um tipo de jogo e, como tal, traz consigo elementos relacionados à competição entre equipes, assumindo um caráter esportivo e cultural. A realização da Gincana de Matemática como estratégia de aprendizagem é um exemplo de como Matemática pode ser divertida. O uso de jogos e desafios, se convenientemente planejados, são recursos pedagógicos eficazes para a construção do conhecimento matemático.
A Gincana da Matemática estimula o aluno a usar seus conhecimentos prévios na construção de sua estrutura de pensamento. Tendo em vista que os conceitos e fundamentos da matemática têm origem no mundo real e encontram muitas aplicações em outras ciências e inúmeros aspectos práticos da vida cotidiana, também cumpre uma função lúdica e educativa, pois aliadas ás finalidades de divertimento e prazer, existem outras funções importantes, como o desenvolvimento afetivo, cognitivo, físico, social e moral, manifestadas em um grande número de competências: escolha de estratégias, ações sensório motoras, interação, observação e respeito a regras.
Essa  Gincana será realizada com os alunos do 1º ano do Ensino Médio , propõem-se atividades que possam envolvê-los, valorizando a interação entre aluno/aluno, entre professor/aluno e no trabalho coletivo.

OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos alunos do 1º ano do Ensino Médio, atividades em que possam demonstrar sua capacidade localização, utilizando o raciocínio lógico e a aplicação de seus conhecimentos teóricos matemáticos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Estimular o aprendizado da matemática.
• Integrar os alunos, incentivando-os a competir com espírito de fraternidade.
• Oportunizar a troca de conhecimentos e vivências.
• Propiciar atividades lúdicas para o desenvolvimento dos conteúdos matemáticos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
As atividades foram elaboradas de forma que representem um desafio para os alunos e para que desenvolvam habilidades, capacidades e competências. Serão apresentadas a partir de questões que envolvam conhecimentos matemáticos já estudados.
As equipes foram organizadas da seguinte forma:
• em três  equipes e cada grupo  com ceda  de 10  a 15 alunos.
• cada equipe representará uma cor;
As atividades serão recolhidas e corrigidas após o termino da gincana. A equipe vencedora será a que tiver o maior número de acertos e se houver empate entre as equipes, as mesmas resolverão uma atividade extra, nesse caso ganhará a equipe que resolvê-la corretamente em menos tempo.
Contaremos também com ajuda de outros de outras áreas na elaboração e execução das atividades

CONTEÚDOS
• Sistema de coordenadas cartesianas;
• Funções;
• Função do 1º  grau.

AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada através da observação dos alunos nos grupos, sua interação e socialização com os demais alunos e também a partir das atividades realizadas, para que posteriormente as dificuldades encontradas pelos alunos sejam trabalhadas e superadas em sala de aULA.

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PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
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Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
                      ATIVIDADE DE MATEMÁTICA – PÁGINA 31
O Homem Vitruviano de de Leonardo da Vinci representa as dimensões exatas para um homem ou o em outras palavras o homem ideal.
Pensando em ideal, qual seria a matemática ideal para se passada para os alunos? Quais são os conteúdos ideais? Poderia e  vai surgir muitas respostas. Realmente o que temos hoje é uma grade curricular de matemática muito extenso, que se torna impossível de ser dado nos três anos do ensino médio, ficando sempre assuntos sem serem vistos pelos alunos, assuntos esses que podem ser os “ideais”. O que precisamos  de fato é uma reformulação na grade curricular de matemática. Mas enquanto isso não chega essa batata quente fica  na mão do professor  de matemática, que tem de dar um jeito.
Então quais critérios usar? Afim de que tenhamos planejamentos mais integrados?
O critério é  ver qual conteúdo se adéqua a nossa realidade dos nossos alunos para que tenhas uma matemática mais integrada e acessível ao cotidiano deles.

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PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
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Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
                       MATEMÁTICA – PÁGINA 42
                     
Bem fazer um projeto  envolvendo a área de Matemática, realmente  é um desafio, é comum ver a área de matemática colocada em segundo plano ou em muitos casos deixado de fora dos projetos da  escola. E isso não só por culpa dos gestores ou dos coordenadores da escola, mas pela falta de envolvimento dos próprios professores de matemática e pela singularidade que a área de Matemática tem. E de fato existem conteúdos na matemática que são próprios seus. Então antes de fazer qualquer projeto que envolva a área de Matemática ou professor da área dever ser questionado se aquele projeto é viável, se realmente é plausível e sem utopias ou propostas fantasiosas.
Um projeto que poderia ser feito é um de estatística um assunto que faz parte da grade curricular de matemática no 3º ano do ensino médio  e que pode ser trabalhado de forma abrangente na área de Matemática e  também em outras áreas como a área de Humanas por exemplo.
Esse projeto é projeto de pesquisa que poderia ser direcionada pelo o professor de geografia na forma de pesquisa que seria feita em alguns bairros da cidade na forma de questionários sobre condições de vida das pessoas que vivem ali.
Depois da pesquisa feita caberia ao professor de matemática tratar  com os alunos as informações coletadas por ele, expondo na forma de tabelas e gráficos esses resultados mostrando para os alunos a aplicação de fato da estatística em nosso cotidiano.
O professor de sociologia  iria discutir com os alunos sobre os resultados encontra. O que perceberam em que bairros a condição de vida e melhor o que isso implica etc.
O professor de historia poderia argumentar com os alunos o que leva ou levou o desenvolvimento mais de certas áreas da cidade e por que em outras esse desenvolvimento ainda não chegou e ampliando a visão para o nosso estado ou para o Brasil o que podemos perceber com isso.
A culminância se daria através de um seminário aberto para a comunidade aonde os alunos iriam apresentar para a escola e a comunidade os resultados encontrados   e também soluções possíveis para alguns problemas

LINGUAGENS - ATIVIDADES

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Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
1) Assistir ao filme, procurando observar e anotar, quais são as relações entre linguagem e cons­trução da realidade; como as práticas de linguagem estão atreladas aos contextos sociais e históricos; como os conhecimentos de linguagem listados acimas aparecem no filme.
2) Em roda de discussão, comparar as anotações e reflexões.
3) Ainda no grupo, discutir a relação entre imposição e opção na linguagem e entre reprodução e mudança social.
1 e 2) Conforme o texto lido, as linguagens são compreendidas como formas sócio-historicamente definidas de produção de sentidos, sendo que elas configuram mundos e o que denominamos realidade. A área de Linguagens abarca, por conseguinte, práticas sociais diversas, as quais envolvem, em toda sua pluralidade, representações, formas de ação e de manifestações de linguagens culturalmente organizadas e historicamente determinadas.
O filme indicado para a análise apresenta uma criança selvagem, encarcerada, sem nenhum contato verbal ou social até por volta de seus 16 anos. Esta criança, quando levada a uma comunidade alemã, passa a ser objeto de curiosidade e estudo, devido a não conseguir se expressar, conceituar, raciocinar, ou até mesmo diferenciar sonho de realidade. Durante sua convivência nesta comunidade, pôde ser observado o seu desenvolvimento na linguagem e sua socialização.
Sob o viés do sócio-interacionismovygotskiano observa-se que, a interação com outro indivíduo foi essencial para o desenvolvimento e aprendizagem do protagonista do filme. A teoria sócio-interacionista de Vygotsky tem como pressuposto que o desenvolvimento cognitivo acontece através da interação social entre duas ou mais pessoas, que trocam experiências, criando novos conhecimentos.Essa compreensão de mundo só é possível se o desenvolvimento da criança for mediado por outro, fazendo com que ele, passe da condição de ser biológico para um ser cultural (VYGOTSKY, 1995). Para que a criança chegue a um ser cultural, ela deve ter acesso aos bens culturais, materiais e espirituais, necessários para a existência humana assim como ocorreu com o protagonista do filme.Alguns conhecimentos de linguagem como o conhecimento sobre a organização e o uso crítico das diferentes linguagens, o conhecimento sobre a diversidade das linguagens, o conhecimento sobre autoria e posicionamento na realização da própria prática podem ser vistos no filme. O período em que Kaspar foi abrigado e ajudado por um professor, que lhe ensinou linguagem, costumes e ritos da sociedade, proporcionando-lhe acesso aos bens culturais, materiais e espirituais, tentando, de várias maneiras, incluí-lo no convívio social. Embora tenha aprendido, além de falar e escrever, habilidades básicas para a convivência em sociedade, nunca foi visto como igual pela comunidade. Ele mesmo não se sentia parte da sociedade, como apontado no trecho em que Kaspar fala que estava melhor no cativeiro, do que fora dele. No filme, nota-se que embora Kaspar tenha aprendido a falar e escrever, não conseguiu se apropriar totalmente das significações culturais..

3. Podemos encontrar a presença de imposição e opção no momento em que expõem a Kaspar sobre religião. Religiosos tentam descobrir qual a percepção que Kaspar tinha sobre Deus, ou qual força que lhe acalentava a alma durante o cativeiro. Ao perceberem que ele não tinha uma percepção sobre Deus, tentam impor alguns dogmas, pelo simples acreditar pelo acreditar, admitindo os mistérios da fé sem procurar entender. Para que não houvesse a imposição seria necessário que Kaspar aprendesse a ler e escrever, para depois conseguir compreender outros conceitos mais complexos. A partir dessa compreensão é que se dá a opção. O indivíduo quando tem adquiri conhecimento ele desenvolve o senso crítico e torna-se capaz de optar o que é melhor a partir da sua realidade.
Trazendo isso para nossa realidade, há uma discussão sobre a exclusão da disciplina Religião do currículo escolar que antes era dado nas series iniciais como disciplina indispensável para a formação do comportamento humano. Seria ela uma imposição ou opção? Provavelmente em um mundo tão plural as pessoas se sentiriam pressionadas já que a religião depende de suas relações com o mundo externo.   

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Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
LINGUAGENS - Respostas  pág.21.
      a)
·          Linguagem como expressão do pensamento;
·         Linguagem enquanto instrumento de comunicação;
·          Linguagem como forma de interação;
·          O trabalho com o texto;
·          O trabalho com a leitura.
      b) Linguagem como expressão de pensamento:
           Nessa concepção, a língua é produzida mentalmente de maneira individual, intrínseca e sob a organização lógica do raciocínio. As atividades de linguagem se realizam nessa perspectiva independentemente das circunstâncias situacionais, sócio-históricas, culturais e políticas em que ocorrem.
        Linguagem como instrumento de comunicação:
        Opondo-se à primeira concepção, esta segunda visão sobre a língua a entende como um conjunto de códigos autônomos e externos ao indivíduo, motivados socialmente, que serve essencialmente para a troca de informações (comunicação). Entretanto, seu funcionamento também independe do contexto de realização.
       Linguagem como interação social:
      Esta concepção compreende a língua como uma atividade social não somente usada para comunicar, mas também para realizar ações através da interação social e cognitiva entre os falantes. Esta visão leva em conta as situações de interlocução nas quais a língua se realiza e a influência de fatores de diversas ordens no curso dessas situações.
        O trabalho com o texto:
      O conhecimento da linguagem escrita começa muito antes de a criança freqüentar uma escola. A psicogênese da língua escrita tem mostrado que o processo de alfabetização tem início antes do contato da criança com a 1a. série. Através de revistas, jornais, cartazes, rótulos, televisão, etc., a linguagem escrita deve ter chamado a atenção da criança, em maior ou menor grau. Esses contatos com o material escrito levam a criança a formular hipóteses sobre a escrita e a leitura.
     O trabalho com a leitura: 
     De maneira geral, podemos separar as concepções sobre leitura em duas correntes: a leitura como uma decodificação mecânica de signos lingüísticos, sendo um mecanismo de decifração a ser adquirido, ou como processo de   compreensão abrangente e complexo que envolve aspectos sensoriais, emocionais,intelectuais, fisiológicos, neurológicos, culturais, econômicos e políticos. Dentro dessa concepção, o leitor não utiliza só a sua capacidade de transformar sinais gráficos em  sonoros, mais do que isso, ele usa os conhecimentos adquiridos ao longo da sua vivência e de sua própria experiência de vida.

c)  Levantamento e reflexão:
Se o professor considerar o seu trabalho pedagógico como um espaço interativo e de partilha, mediado pela linguagem, a reflexão sobre sua própria ação assume um significado especial. No estabelecimento dessas ações, o professor, especialmente o de Língua Portuguesa, e os alunos necessitam ter clareza dos seus objetivos e saber o que pretendem alcançar. Assim, o professor precisa conhecer sua concepção de linguagem, pois é ela que irá fundamentar a sua ação pedagógica. A prática escolar, em que a relação professor/aluno e aluno/aluno é mediada pela palavra, não pode ser vista como algo neutro, desvinculado da realidade.
       Assumir que qualquer proposta metodológica é articulada a uma concepção de mundo e de educação é perceber, de alguma forma, as diferentes concepções de linguagem que estão presentes no cotidiano da sala de aula. Nos estudos sobre a linguagem ao longo da história é possível considerar, de uma forma ampla, três concepções a respeito desse sistema de significação.
d) Ainda que pese a polissemia do termo, a interdisciplinaridade pode ser traduzida em tentativa do homem conhecer as interações entre mundo natural e a sociedade, criação humana e natureza, e em formas e maneiras de captura da totalidade social, incluindo a relação indivíduo/sociedade e a relação entre indivíduos. Consiste, portanto, em processos de interação entre conhecimento racional e conhecimento sensível, e de integração entre saberes tão diferentes, e, ao mesmo tempo, indissociáveis na produção de sentido da vida.
 Há que se afirmar interdisciplinaridade como um conceito historicamente e socialmente produzido, apresentando no campo epistemológico, no mundo do trabalho, e na educação, movimento de continuidade e ruptura em relação às questões que busca elucidar, e que simultaneamente a constituem. O caráter de continuidade da interdisciplinaridade tem implicações com questões, incessantemente, em pauta na história da humanidade, tais como: de que maneira e forma pode o homem conhecer? Como se dá a relação do homem com a natureza e a sociedade, de forma fragmentada, como fato isolado, ou de forma integrada em que o observado e/ou vivido está inserido numa rede de relações que lhe dá sentido e significado? A partir de que forma e sentido pode o homem transmitir esse conhecimento?
 O caráter de ruptura no que a interdisciplinaridade é chamada a responder, ou seja, a fragmentação do saber, instituída pela ciência moderna sob a égide do capital, do mundo do trabalho e da cultura, e transmitida pela prática educativa.


SECRETARIA DA EDUCAÇÃODO ESTADO DA BAHIA                                                                                                
PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.

                                 
Atividade de Linguagens pag. 31
Reflexão:
Professores, tomando como referência essa proposta de trabalho interdisciplinar, perguntamos: Qualseriam, em sua perspectiva, os conhecimentos mais “valiosos” que o seu componente curricular poderiaaportar para a análise? Qual é a relação desses conhecimentos com as dimensões trabalho, cultura, ciênciae tecnologia discutidas nesta unidade?
Na segunda etapa do trabalho, haveria a possibilidade de mobilizar os estudantes para a produção deuma revista (ou artefato similar) para tratar do tema padrão corporal a partir de um ponto de vista diferentedaquele defendido e difundido pela revista analisada. Nesse contexto a pergunta é: Professores, na perspectivade seu componente curricular, que conhecimentos são necessários para potencializar a “produção” darevista pelos alunos, tanto no que se refere ao conteúdo como a sua forma considerando o público para oqual ela é direcionada?
Agora, tendo respondido as questões referentes às duas etapas dessa atividade pedagógica pediríamosque você, professor e professora, discutisse com os colegas sobre as possibilidades oferecidas por projetoscomo este para o trabalho com os estudantes, assim como para o desenvolvimento de práticas de ensinointerdisciplinares.
A proposta interdisciplinar abordada nesta unidade de estudo, apresentaconteúdos curriculares e conhecimentos valiosíssimos na disciplina de Língua Portuguesa, apresenta uma dimensão de trabalho integrada aoprocesso educativo, podendo ser compreendidacomo mecanismos de construção deconhecimentos, diz respeito aos diversos componentes curricularesda área de Linguagens, esse trabalho envolve desde as  práticas pedagógicas até resultados alcançados ou seja, a dimensão dotrabalho abarcaria tanto os processos de ensino e aprendizagem, quantoo uso crítica das diversas expressões de linguagem na sala de aula e em outros contextos fora da escola.
O trabalho em Linguagens, especialmente em Língua Portuguesa numa perspectiva interdisciplinar, apresenta uma formação amplapautada pelasDiretrizes Curriculares Nacionais, o Ensino Médio e  possibilitao acesso a conhecimentos científicos e tecnológicos, tambémtem o compromisso de promover a reflexão crítica sobre os padrõesculturais que constituem normas de conduta dos grupos sociais.
Algumas abordagens podem explicar a apropriação e/ou aprofundamentos de diferentes práticas culturais; os conhecimentos necessáriospara melhor compreender as tendências culturais contemporâneas que se manifestam nas diferentesformas de linguagens; e as possibilidades oferecidas pelo universo das diferentes práticas culturais comocampo do trabalho, através da inclusão das práticas corporais, as manifestações artísticas, os gêneros literários, asdiversas línguas são materializações de sistemas culturais, e como tal expressam diferentes possibilidadesde perceber e exprimir a realidade, quando os estudantes têm a possibilidade de conhecere se apropriar das mesmas, alargam suas perspectivas de mundo e suas possibilidades de refletir sobresi próprio e de intervir no contexto social.
Outro fator importante é destacar entre muitas possibilidades, é oportunizar aos alunossituações de ter contato com múltiplas referências culturais permitidaspelas tecnologias de comunicação e informação, aproveitar os mecanismos utilizados pela publicidadenão apenas para destacar as características de um produto à venda,mas também para associar o mesmo a ideais socialmente valorizados,como sucesso, conquista, juventude, simpatia, sensualidade, beleza, a qual é muito significativa para a maioria dos estudantes.Trata-se de oferecer condições ao estudante de avaliar e criticar a publicidade de alguns produtos que oferecem “milagres” e não cair na tentação do consumismo.
Tais atividades podem ser realizadas dentro da realidade de cada turma, uma forma prática é a produção de uma página coletiva na internet, a criação de um blog de beleza, saúde, tecnologia, cultura, boa forma e outros, com a participação integral dos alunos nas publicações eacompanhamento.
Com essa atividade, a área das Linguagens pode, desse modo, contribuir para que os jovens reconheçam o papel dasciências na produção de novos conhecimentos, imprimindo assim um significado ao rigor científico necessáriopara tal fim. Por outro lado, a área também pode contribuir para que os jovens despertem para a pesquisa na área que mais lhe interessa, daí percebe-se as transformações e verificamcomo as novas tecnologias de comunicação e informação facilita o modo como as pessoas se relacionam, constroem a sociedade e realidade.


SECRETARIA DA EDUCAÇÃODO ESTADO DA BAHIA                                                                                                
PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.

REFLEXÃO E AÇÃO – Linguagens - atividade página 41
Ao longo desta unidade, promovemos reflexões em torno do fazer pedagógico e sua relação com o currículo, sob diversas perspectivas. Retomando as reflexões teóricas sobre a atividade educativa na atualidade, influenciada pelos impactos das tecnologias digitais, bem como as considerações de Libâneo aqui abordadas sobre a pedagogia como forma de humanização das pessoas, considere:
1. Discuta com um grupo de colegas as implicações dessas ideias para o seu componente curri­cular.
2. A partir das discussões com seu grupo, reflitam em conjunto sobre a metáfora da árvore e o fazer pedagógico. Procurem identificar algumas práticas (recorrentes) dentro de seu componente. No contexto das folhas, abordem as técnicas mais usadas e articulem-nas às práticas, às ideias, pensamentos e valores que as norteiam, ou seja, ligando-as à raiz (filosofia educacional) e ao tronco (pedagogia).
3. Por fim, discutam qual é a relação do que foi levantado com a formação humana integral dos estudantes.
O nosso componente curricular é Linguagem, Códigos e suas tecnologias aqui representado pelos professores de Educação Física, Inglês e Língua Portuguesa e nós temos consciência de que o currículo é a  soma das experiências dos homens e, por conseguinte, que ele não é estático e imutável, que os nossos alunos devem agir sobre ele construindo suas próprias aprendizagens. O mundo muda a cada milésimo de segundo e como fazer para que todo este conhecimento novo que surge em decorrência dessas mudanças chegue até nossos alunos? Aí entram as tecnologias digitais que nossos alunos dominam super bem e que nós não as exploramos em nosso fazer pedagógico.
A nossa prática de sala de aula, infelizmente, ainda é mais centrada no professor como aquele que sabe e o aluno aquele não  sabe, logo, neste contexto,  não tem como este aluno ter poder de decidir sobre o que é mais importante para ele aprender.
Quanto as técnicas utilizadas no dia a dia da sala de aula já pode-se perceber uma modernização, pois utilizamos debates, seminários, pesquisas, entrevistas, relatórios, no intuito de fazer com que o aluno torne-se agente de sua aprendizagem, tornando-se um ser autônomo, crítico  e participativo nas decisões importantes do grupo do qual faz parte.