terça-feira, 28 de outubro de 2014

O QUE É MESMO O ATO DE AVALIAR A APRENDIZAGEM?

O QUE É MESMO O ATO DE AVALIAR A APRENDIZAGEM?
Cipriano Carlos Luckesi
A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente na vida de todos nós que, de alguma forma, estamos comprometidos com atos e práticas educativas. Pais, educadores, educandos, gestores das atividades educativas públicas e particulares, administradores da educação, todos, estamos comprometidos com esse fenômeno que cada vez mais ocupa espaço em nossas preocupações educativas.
O que desejamos é uma melhor qualidade de vida. No caso deste texto, compreendo e exponho a avaliação da aprendizagem como um recurso pedagógico útil e necessário para auxiliar cada educador e cada educando na busca e na construção de si mesmo e do  seu melhor modo de ser na vida.
A avaliação da aprendizagem não é e não pode continuar sendo a tirana da prática educativa, que ameaça e submete a todos. Chega de confundir avaliação da aprendizagem com exames. A avaliação da aprendizagem, por ser avaliação, é amorosa,  inclusiva, dinâmica e construtiva, diversa dos exames, que não são amorosos, são  excludentes, não são construtivos, mas classificatórios. A avaliação inclui, traz para  dentro; os exames selecionam, excluem, marginalizam.
No que se segue, apresento aos leitores alguns entendimentos básicos para compreender

praticar a avaliação da aprendizagem como avaliação e não, equivocadamente, como exames.
Acessado em 28.10.14
MUITO MAIS AQUI:

CADERNO 5 - Reflexão e ação – Pág. 47

Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
CADERNO 5 - Reflexão e ação – Pág. 47
Você conhece o PPP de sua escola? Você sabe quando e como ele foi construído? Procure saber sobre este processo de sua escola. Procure também conhecer o seu conteúdo e, principalmente, quais são suas principais finalidades.Converse com os seus colegas sobre o PPP de sua escola e verifique se há necessidade de uma revisão ou reconstrução do dele.Como está o ambiente em sua sala de aula? Prevalece a hierarquia ou o diálogo? Os alunos têm a possibilidade de aprender e se desenvolver como cidadãos? Pense sobre isso e reflita sobre a sua postura e suas estratégias de ensino, se elas favorecem mais ao desenvolvimento de seres adestrados ou de seres reflexivos
O Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual Fred Gedeon foi elaborado no ano de 2011, tendo como meta " Atender às expectativas dos alunos preparando para uma atuação positiva e crítica na sociedade". Participaram da sua construção, a equipe gestora e os professores envolvidos. Esse projeto é um documento que configura a identidade da escola, onde se busca concretizar idéias, alcançar objetivos, firmar valores estruturados com base na realidade vivenciada. Ele contém fundamentos e princípios que garantirão a identidade que se pretende consolidar em sua prática pedagógica.Tendo como principais finalidades:
 -Melhorar a qualidade de ensino através do aprimoramento do processo pedagógico, incentivando a qualificação profissional.
 -Dar condições a todos os alunos o desenvolvimento de suas capacidades para que aprendam os conteúdos necessários para a vida em sociedade.
-Desenvolver a Gestão Democrática para o bom envolvimento da escola no processo de democracia e gestão educacional; entre outros.
Revisitando o PPP, como é de praxe todos os anos. Sentimos a necessidade de uma revisão completa. A qual aconteceu com os professores envolvidos no pacto, atualizando e o reconstruindo. Reorganizamos o trabalho pedagógico priorizando novas ações e metas.
O ambiente em nossas salas de aula, é participativo e dinâmico. Onde prevalece o diálogo oportunizando ao educando a investigação, reflexão e a aprendizagem significativa de forma a torná-lo partícipe do seu processo educativo.
Acreditamos em uma postura democrática, onde formamos cidadãos críticos, reflexivos, autônomos, conscientes de seus direitos e deveres, capazes de compreender a realidade em que vivem preparados para participar da vida econômica, social e política e aptos a contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.


CADERNO 5 - Reflexão e Ação - Pág. 29

Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta Azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
Professor Formador : José Roberto Dantas – Direc 07 – Itabuna
Cursistas: Audinêde Santos da Silva – Gilmara Angélica Cardoso – Juscélia Sirqueira Pinheiro – Josemária Silva dos S. Almeida – Maria de Fátima N. leal Santana – Maria Gilmária Ramos Pardinho – Anderson S. de Carvalho – Maristela Almeida Carvalho – Altamiro Bispo dos Santos Júnior.
Reflexão e ação - Pág. 29
Se existe um Grêmio Estudantil funcionando em sua escola, procure verificar como está atuando, quais os temas sobre os quais discute, que visão os integrantes têm da sua própria atuação, assim como da escola e do seu funcionamento.Converse com os integrantes do grêmio sobre como é a sua participação nos processos de discussão e decisão acerca da vida da escola, como são tomadas as decisões internamente, assim como sobre o reconhecimento que têm pela direção, pelos professores e por funcionários.Com base nesses levantamentos, a que conclusões você chega sobre a participação democrática no interior do Grêmio e sobre a participação dos jovens que o compõem nas decisões tomadas pela escola?Para ter uma ideia melhor do significado do conceito de resiliência, procure identificar, com um grupo de colegas, entre atividades propostas aos jovens pela Secretaria de Educação, quais se guiam por esse conceito. O mesmo pode ser feito com relação a problemas de moradia, de transporte, de saneamento, relatados por alunos que vivem na localidade onde se situa a escola.
Atuação do Grêmio Estudantil no Colégio Estadual Fred Gedeon

Na nossa escola o grêmio estudantil estava desativado, então recebemos o professor José Roberto, concursado na disciplina História e muito engajado  politicamente, que começou a estimular os alunos a reativar o grêmio, orientou a todos com relação ao papel de cada membro nesta instituição depois estimulou na formação das chapas pra concorrem aos cargos na eleição. Eleito o primeiro grupo para um período de dois anos, tiveram uma atuação razoável: participaram de reuniões de conselho de classe, reuniões de pais e mestres, representavam os alunos frente a direção da escola buscando sanar algum problema. Vencido o período desse primeiro grupo, foi eleito um outro que continuou com as ações do primeiro, ampliando um pouco mais, tais como reativar a rádio escolar conseguindo recursos para consertar a aparelhagem que apresentava alguns problemas, e outras ações visando o bem estar dos colegas. Mas, infelizmente, o presidente do grêmio precisou mudar-se para Salvador, assumindo o cargo o vice-presidente que levou em frente os planos da equipe, porém este aluno precisou trabalhar, conseguiu um emprego que ocupa todo o seu dia e transferiu seu turno de estudo para a noite, isso limitou muito sua ação e hoje a atuação do grêmio é quase nenhuma.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

IDEB: como melhorar a nota das Escolas?



IDEB: como melhorar a nota das Escolas?

O Brasil é o sétimo país do mundo em número de analfabetos, sendo que 18 milhões destes nunca passaram pela escola. Este ano foi realizada com amplo debate a Conferência Nacional de Educação. O documento final aponta diretrizes e estratégias de ação para construção de um sistema articulado de educação na união, estados e municípios.
Nas duas últimas semanas, recebemos os resultados do Índice da Educação Básica (IDEB). A primeira etapa do ensino fundamental (1ª à 4ª série) ficou com nota média de 4,6. A segunda etapa (5ª a 8ª série), ficou com 4,0; o ensino médio, por sua vez, teve média 3,6. As médias, apesar de "vermelhas", estão acima das metas traçadas pelo governo para o ano de 2009, que eram de 4,2, 3,7 e 3,5, respectivamente. A nota é medida numa escala que vai de 0 a 10.
O ensino médio, que apresentou nota média 3,6, foi o que apresentou menor crescimento: teve apenas variação de 0,1 em relação ao último índice divulgado, em 2007. De 2005 a 2007, a nota do ensino médio teve o mesmo aumento: foi de 3,4 para 3,5.
Quatro ações são necessárias para promover o incremento continuado e sustentado do IDEB das escolas. A primeira ação é utilizar eficientemente os dados oriundos dos distintos procedimentos de avaliação (federal e estadual) do sistema educacional, de modo a permitir a reflexão da comunidade interna e externa à escola, bem como o planejamento de ações factíveis de aprimoramento pedagógico.
A segunda ação será negociar com a comunidade escolar metas educacionais factíveis de alcance em um dado período de tempo. A terceira ação será reconhecer publicamente o alcance das metas estabelecidas, através de incentivos à comunidade escolar. Um incentivo possível é proporcionar formação continuada aos gestores e aos professores das escolas que mais se destaquem no alcance das metas e/ou no incremento dos valores do IDEB. 
Outro questão necessária a ser incentivada é a aproximação das famílias das escolas. Isso pode se dar através de palestras, oficinas, cursos e outras medidas que façam com que a comunidade se sinta parte do processo educacional.
Por fim, a quarta ação, talvez a mais relevante e revolucionária: a adoção do tempo integral nas escolas, que implica em buscar uma formação integral dos aprendizes, rumo seguido há muitas décadas pelos países europeus e asiáticos. Para isso, a escola deverá ser repensada: laboratórios para práticas de pesquisa experimental deverão ser priorizados; atividades educacionais, culturais e esportivas deverão ser ampliadas; currículos deverão sofrer alterações, com vistas ao desenvolvimento de competências e habilidades exigidas por uma sociedade plural e democrática, em consonância com as demandas do mundo do trabalho; inovações educacionais e tecnológicas deverão ser focadas e perseguidas pela comunidade escolar, através da pesquisa científica; profissionais devem ser alvo de constantes ações de formação e de reconhecimento público de mérito; famílias devem participar ativamente deste novo modelo educacional, acompanhando os alunos, negociando metas educacionais e cobrando melhores resultados nas avaliações externas; melhores alunos deverão ser inseridos na formação de seus pares, através de ações de monitoria. 
É oportuno, recordar antigo adágio repetido pelo cientista norte-americano Benjamin Franklin: investir em Educação sempre traz consigo excelentes benefícios a uma nação.
Mas qual é o segredo de uma boa escola? Como alcançar uma nota maior que 7? Bons professores, pais participativos, acompanhamento dos alunos: o receituário inclui elementos óbvios. Mas, longe de ser aplicado em todo o Brasil, ele é seguido isoladamente por algumas escolas, como as instituições mais bem rclassificadas no IDEB, o principal indicador nacional da educação, que atribui nota de 0 a dez às escolas públicas brasileiras. Localizadas no interior de São Paulo, essas escolas são municipais e ficam em cidades pequenas. Têm baixos índices de repetência e de evasão escolar. A distorção idade-série (percentual de alunos em cada série, com idade superior à idade recomendada para aquele ano) fica abaixo da média brasileira. Todas elas superaram a nota de muitos países desenvolvidos, com média na casa dos 6. E têm o dobro da média brasileira, hoje beirando o 4,2.
A escola Professora Elisabeth Maria Cavaretto de Almeida, em Santa Fé do Sul, que alcançou a nota 8,6, encabeça o ranking.
Empatadas em segundo lugar, com 7,9, ficaram a escolaArminio Giraldi, de Barrinha, a escola André Ruggeri, de Cajuru, e a escola Cirley Volpe Lopes, de Santa Fé.
As escolas Amilde Tedeschi, de Adolfo, e Rosimare Camargo Benitez, de Santa Fé, alcançaram a nota 7,7, ficando em terceiro lugar.

Como as escolas campeãs do IDEB chegaram ao topo do ensino público no Brasil? Com uma mistura de características comuns: 

1. Padronização de conteúdo
De acordo com pesquisas, a existência de um currículo obrigatório, com metas bem definidas, é determinante para o sucesso do ensino. Em grande parte do Brasil, esse currículo ainda não existe. Nas escolas campeãs, ao contrário, há um padrão comum a toda rede, que garante a homogeneização do que é ensinado aos estudantes. Aqui é essencial um Plano de Educação, que articule e oriente as políticas educacionais municipais.
Por garantir essa padronização, muitas redes adotaram sistemas estruturados de ensino, que fornecem um pacote de serviços com apostilas para docentes e alunos, capacitação de professores, acompanhamento pedagógico e serviços de um portal na internet. O custo mensal é de, em média, 200 reais por estudante. De olho no potencial das redes municipais, que assumiram a o controle da Educação das redes locais sem preparo técnico, grandes empresas do ramo, como o COC e o Objetivo, passaram a produzir versões voltadas para o ensino público, com conteúdo mais tradicional e apostilas mais baratas do que as usadas nas escolas particulares.
Das seis escolas, apenas uma não aderiu a um sistema estruturado de ensino. O motivo: falta de dinheiro. "Recebemos livros didáticos gratuitamente por meio do PNLD [Programa Nacional do Livro Didático] e o dinheiro que economizamos com a compra das apostilas é aplicado de outras maneiras na Educação do município", explica a secretaria de Educação de Barrinha, Rosemary Merli.

2. Valorização do professor
Nas escolas de bom desempenho, a valorização dos professores tem duas frentes: remuneração e capacitação.
As bonificações estão atreladas à assiduidade dos mestres. Além disso, a média salarial corresponde, em geral, a média salarial geral de cada cidade. Também investe-se em formação inicial e continuada. Convênios entre faculdades locais e prefeitura garantem descontos para cursar uma faculdade ou curso de pós-graduação. Mais de 90% dos professores das escolas campeãs têm ensino superior completo. Em Santa Fé do Sul, por exemplo, é comum encontrar professores com duas pós-graduações. No Brasil, ao contrário, quase 30% nem sequer possuem curso de graduação e apenas 9% dos professores participam de programas de formação continuada.
Em Santa Fé, em Cajuru e Adolfo as capacitações são de responsabilidade das empresas que fornecem sistema estruturado de ensino, Em Barrinha, a própria prefeitura organiza os cursos, trazendo palestrantes da região.

3. Presença garantida do professor e do aluno
Em todas as escolas, a conscientização para combater ausências de professores e alunos é a chave para índices de faltas próximos de zero. O combate à rotatividade e ao absenteísmo dos professores está atrelado, na maioria dos casos, a bonificação salarial. "Em cinco anos, nunca tivemos uma aula vaga", orgulha-se Rosemary Merli, secretaria da Educação de Barrinha. Na cidade, professor que não falta leva 14º salário. O resultado? "Não temos rotatividade", conta diretora da Arminio Giraldi, Edmárcia Gomes.
Não há crianças fora da escola, mas o combate à evasão é continuo. Em Barrinha, por exemplo, os chamados educadores sociais visitam a casa do aluno se ele faltar 3 vezes seguidas. Esses profissionais questionam a família sobre o motivo das faltas e levam a tarefa, caso a criança esteja doente. "Para achar a família, o educador social vai à casa do aluno até no fim de semana", explica a diretora Edmárcia Gomes.

4. Mais horas na escola e atividades no contraturno
A exemplo do que ocorre em países onde a educação funciona bem, as crianças passam mais tempo na escola. A média no ensino fundamental I é de 5 horas, contra 4,3 no restante do país.
Além disso, há atividades extra-curriculares no contraturno. Muitas vezes, elas são dadas em espaços alternativos, fora da escola. São disciplinas atrativas, como esporte e arte. Em Barrinha, há oficinas de poesia, aulas de natação, dança e pintura, além de atividades ao ar livre, como o cultivo da horta. Santa Fé do Sul tem aulas de educação ambiental, teatro e judô. Antes da aprovação da lei que tornou obrigatório o ensino de música, o município implementou por conta própria as aulas de flauta.
Em Adolfo, o projeto Espaço Amigo oferece aulas de esporte e artesanato. As crianças também têm hora marcada para a tarefa.

5. Trabalho em equipe
Professores afinados, coordenados por um diretor que sabe motivar a equipe e mobilizar a comunidade. A experiência das escolas campeãs mostra que a ênfase no trabalho em equipe dá bons resultados. "Nosso trabalho é, de fato, coletivo. Envolve a direção, os professores e a secretaria de Educação", afirma Eliana aparecida Piccini Coelho, da André Ruggeri.
O envolvimento de todos é um dos aspectos mais importantes para o sucesso dessas escolas. A ex-diretora da Elisabeth Maria Cavaretto de Almeida Odete Stefanoni, que comandou a escola até o fim de 2008, conta que até mesmo os funcionários da limpeza estimulavam as crianças a ler, voluntariamente. "Ninguém faz nada sozinho. Foi um trabalho de equipe mesmo, com enfoque especial à alfabetização"

6. Continuidade na gestão escolar
Adolfo, Barrinha e Cajuru reelegeram seu prefeito, o que implica na continuidade dos trabalhos na secretaria de Educação e dos funcionários e na manutenção do mesmo quadro de funcionários. Em Santa Fé do Sul, depois de um mandato de 8 anos do governo anterior, a oposição foi eleita, com a promessa de não mexer em nada na Educação. 
Manter a boa nota é um desafio para essas escolas. "Os gestores dessas instituições são cobrados por isso", diz Paula Louzano, pesquisadora na área de Educação. O exemplo dessas cidades mostra que avanços no ensino dependem da continuidade de boas políticas públicas e da definição de metas bem planejadas.

7. Boa infra-estrutura, biblioteca e internet
As escolas campeãs não têm infra-estrutura de parque de diversões. Pelo contrário. As instalações são simples, porém limpas e bem-cuidadas. Não há depredação. Como não há, muitas vezes, espaço físico grande, as escolas buscam soluções. Em Adolfo, a falta de espaço físico deu lugar a uma solução simples, porém criativa. O projeto Espaço Amigo converteu uma área ociosa da prefeitura em quadra de esportes e sala de artesanato. O trajeto entre as escolas da rede e a prefeitura é feito em companhia de um inspetor.
As escolas campeãs também contam com biblioteca e com acesso à internet e/ou laboratório de informática.

8. Participação dos pais na escola
Pesquisas em todo o mundo comprovam que a participação dos pais é fundamental para a aprendizagem das crianças. Um estudo recente da Fundação Itaú Social, por exemplo, revelou que a participação da família na educação representa 70% do desempenho escolar de um estudante. Pensando nisso, as escolas que ocupam o topo do ranking do Ideb envolveram os pais. "Isso faz a diferença entre uma boa escola e uma mediana", diz a diretora da escola André Ruggeri, de Cajuru, Eliana Aparecida Piccini Coelho.
Palestras voltadas para os pais são a receita da escola Arminio Giraldi, de Barrinha. "Chamamos psicólogos e educadores da região para ministrá-las. A adesão dos pais é grande", explica a diretora Edmarcia Gomes. Os temas giram em torno da importância de estimular a criança com brincadeiras a postura correta dos pais em relação ao dever de casa. Em Adolfo, os cursos de artesanato e capoeira, oferecidos aos alunos no contraturno, envolvem os pais, o que contribui para engajá-los na Educação das crianças.

9. Avaliação constante para identificar os defasados
A experiência internacional diz que avaliar e cobrar resultados é importante para avançar. Em Adolfo, Cajuru e Santa Fé do Sul, as avaliações são elaboradas com apoio das empresas fornecedoras de material didático e sua periodicidade é definida em parceria entre as redes e empresas. Em Barrinha, uma avaliação anual é elaborada pela secretária de Educação. O resultado dessa nova define quem precisa ou não de aulas de reforço.
Além disso, há provas bimestrais e tarefas. A Emei Maria Elisabeth Cavaretto de Almeida, em Santa Fé do Sul, também recorre à simulados do Ideb, com conteúdo semelhante à da prova feita pelo Inep.

10. Reforço no contraturno para os defasados
Não existem estatísticas oficiais no Brasil sobre reforço escolar, mas são raras as redes de ensino que fazem uso desse tipo de aula. Nas escolas campeãs do Ideb, porém, o reforço acontece, no mínimo, duas vezes por semana, no contraturno - em Barrinha, ele ocorre diariamente. A valorização do reforço nessas redes parte da seguinte premissa: todos podem aprender, mas os estudantes têm ritmos diferentes de aprendizagem. O diagnóstico dos atrasados vem do contato diário com o professor e do resultado das provas e de avaliações periódicas. "O professor também avalia o aluno diariamente, na rotina das aulas", explica a diretora da diretora da escola André Ruggeri, de Cajuru, Eliana Aparecida Piccini Coelho

Acessado em 10.10.14

IV ENCONTRO FORMATIVO COM ORIENTADORES DE ESTUDO

Ø  Dia 08-10-2014 – Primeiro dia - Manhã
1 - Apresentação Plano da Formação
·         Exposição oral da proposta da formação;
·         Retomada do objetivo geral do processo formativo (PPP)
2 - Apresentação caderno V – falar em termos gerais e comentar sobre a postagem da atividade “Reflexão e Ação” da página 38 para ser postado no NIAVA.
3 - Apresentação caderno VI – comentários e citar a atividade “Reflexão e Ação” da página 28 para ser postado no NIAVA.
·         Dinâmica das imagens
4 - SLIDES sobre avaliação
5 - VIDEO de Luckesi
6 - SLIDES do IDEB
·         Disparador
·         Resultados de 2013
7 - Reflexão sobre os dados apresentados nos slides.
Ø  Dia 08-10-2014 – Primeiro dia - Tarde
8 - Oficinas do AVALIE (com os descritores, resultados TCT)
·         Desenvolvimento
·         Apresentação das equipes
·         Plenária
Ø  Segundo dia 09-10-2014 – Manhã
1 - Slides de Vasco Moretto (mostrar o slides com a biografia dele antes)
2 - OFICINA  de Análise das Avaliações (provas da UEE e do ENEM)
3 - Comentários sobre o encerramento do MÓDULO-01 (cadernos 1 a 6, do MEC) e início do MÓDULO-02 (cadernos de 1 a 5 tratando sobre as componentes curriculares)
Ø  Segundo dia 09-10-2014 – Tarde
4 - Orientações para o preenchimento do PTO-VAZADO
5 - Elaborações do PTO dos Orientadores (grupo ou individual)
6 - Socialização do Plano de Trabalho dos Orientadores
7 - Avaliação do evento pelos Orientadores de estudos

COLÉGIO POLIVALENTE DE ITABUNA