sexta-feira, 8 de agosto de 2014

TEXTO – RENDIMENTO DOS ESTUDANTES Hora de reverter as notas baixas

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA – SEC
PACTO ENSINO MÉDIO

Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta azul – Direc 07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos

TEXTO – RENDIMENTO DOS ESTUDANTES
Hora de reverter as notas baixas

Desempenho insuficiente no primeiro bimestre é recuperável com motivação e rotina de estudos. Parceria entre escola e família é essencial
Notas baixas logo no primeiro bimestre indicam que o aluno não iniciou bem o ano letivo. Um boletim com esses resultados assusta e afeta a autoestima do jovem, mas é importante ter em mente que ainda há tempo para reverter a situação. Em vez de os pais esbravejarem contra o estudante ou rotular culpados, o que realmente pode melhorar o rendimento escolar é a identificação dos motivos do baixo desempenho, a definição de uma estratégia de estudos e o apoio constante da família.
Vários fatores podem levar a notas vermelhas e a compreensão do problema começa no bom contato dos pais com a escola em que o filho estuda. Comparecer às reuniões de pais e conversar frequentemente com professores e diretor são medidas que evitam muitos problemas. Mas, quando a nota baixa passa a ser um fato, uma visita à escola torna-se urgente.
Ano recuperado com organização e determinação
Uma experiência ruim no passado motivou a aluna do Colégio Decisivo Adriana Luciene Leonaldo, 16 anos, a mudar seus hábitos e superar as notas baixas. Em 2010, ela reprovou no 1º ano do ensino médio e no ano passado não teve um bom começo nas disciplinas de Física e Química. Diante desses resultados, ela tomou a decisão de estudar diariamente em casa, indo além das tarefas exigidas pelos professores. “Depois que eu me organizei, percebi que entendia muito melhor o conteúdo”, diz Adriana, que reverteu a situação, obteve boas notas e agora está no 2º ano do ensino médio.
Investigação
Confira algumas dicas que podem ajudar a descobrir o motivo das notas baixas:
- Converse com o jovem, sem ameaças ou julgamentos. Na maioria das vezes, quando o problema for por falta de estudo, os alunos sabem onde falharam. Quando for emocional, um convite para conversar faz toda a diferença.
- Converse com o professor da turma ou da disciplina em que há dificuldades e compare com o diagnóstico feito pelo próprio aluno.
- Caso considere que o problema está no professor, mais do que no aluno, procure pelo coordenador pedagógico ou pelo diretor da escola e exponha o caso.
- Se o professor suspeitar de alguma dificuldade para enxergar ou ouvir, procure um médico imediatamente.
Mais dedicação
Se o problema for a falta de estudo, veja o que fazer para recuperar as notas no próximo bimestre:
- Reserve ao menos uma hora para estudos em casa, todos os dias, mesmo quando não há dever de casa.
- Prepare um ambiente de estudo para seu filho. Nada de televisão ligada ou bagunça ao redor.
- Se o computador for usado para estudar, alerte o jovem sobre a facilidade de dispersão na internet e, se possível, combinem algum compromisso para que o estudo não perca espaço para o entretenimento.
- Procure saber como funcionam as aulas de reforço no colégio em que seu filho estuda.
Dê a sua opinião
O que pais e alunos podem fazer juntos para contornar as notas baixas tiradas no primeiro bimestre?

Em algumas instituições, como no Colégio Expoente, a comunicação entre pais e escola é viabilizada por ferramentas digitais. “Temos um sistema pelo qual o pai pode acompanhar diariamente a frequência e o rendimento do filho nas atividades”, conta a coordenadora pedagógica Fabiane Stadler. Quando é possível notar que a perda de pontos ocorreu principalmente por causa do não cumprimento de tarefas de casa – o que influencia diretamente o desempenho nas provas –, é preciso dar atenção especial aos hábitos do estudante em casa.
Fabiane alerta os pais que, mesmo com uma rotina profissional agitada, é preciso se esforçar para saber como o filho estuda. “Em muitas famílias, o aluno fica sozinho em casa enquanto os pais estão no trabalho. Assim é fácil o estudante ficar disperso”, diz.
Rotina
Ajudar os alunos a encontrar a melhor forma de estudar em casa é uma preocupação constante da coordenadora pedagógica Silvana Fortaleza, do Colégio Decisivo. “Todo início de bimestre fazemos uma atividade sobre como desenvolver o próprio método de estudo, no qual mostramos as diferenças entre estudar uma disciplina e outra”, conta.
Para Silvana, o estabelecimento de uma rotina é essencial. Nela devem constar um horário dedicado exclusivamente ao estudo e um ambiente preparado para a leitura – elementos que fazem grande diferença, inclusive, para a disposição do aluno durante as aulas. “Quando o estudante adquire o hábito de anotar suas dúvidas enquanto estuda em casa para pedir explicação na sala de aula, o envolvimento com a matéria é muito melhor”, diz.
Reforço
A fim de fortalecer as tentativas de recuperação, a maioria das escolas oferece o chamado reforço escolar no contraturno das aulas. Em geral, professores elaboram explicações e exercícios que tratam pontualmente dos temas nos quais os alunos têm mostrado maior dificuldade. Nas escolas particulares, ao informar-se sobre essa possibilidade, é importante que os pais verifiquem se há taxas adicionais pelo serviço.
Problemas de saúde podem afetar o rendimento
Em alguns casos, a queda de ren­­dimento escolar pode não ter tanto a ver com a compreen­­são de conteúdos, mas estar relacionada a problemas de saúde ou emocionais. Alunos que sempre tiraram boas notas e apresentam um declínio repentino podem estar, por exemplo, com a autoestima abalada por causa de algum desentendimento com colegas de classe. Nessas situações, nada melhor do que um diálogo aberto e sem julgamentos com o estudante para entender o que se passa.
Problemas de visão também influenciam muito no acompanhamento das aulas. Nesses casos, os professores são os grandes parceiros da família na identificação do problema. Crianças, em geral, não se dão conta quando a miopia, por exemplo, começa a aparecer. É preciso estar atento a comportamentos que sinalizam para a dificuldade de enxergar, como perguntar com frequência o que está escrito no quadro-negro ou levantar-se da cadeira para tentar enxergar melhor.
Há ainda os problemas que exigem o acompanhamento de um psicopedagogo, como a dislexia, que afeta a interpretação de textos. Embora mais complexo, o problema nem sempre impede uma melhora no desempenho. “Já tivemos alunos diagnosticados com dislexia que foram acompanhados por um profissional, alcançaram resultados satisfatórios e hoje estão na faculdade”, conta a pedagoga Fabiane Stadler, do Colégio Expoente.
DICAS PARA A SALA DE AULA
Segundo Sandra Rief (2001), especialista em Educação Especial e Recursos de Aprendizagem, algumas condições pré-existentes podem desencadear problemas para portadores de TDAH na sala de aula, estas condições podem ser:
            Físicas: fatores internos como fadiga, fome, desconforto físico etc.
            Meio ambiente: barulho, posição da carteira, localização da sala, etc.
            Atividade ou evento específico: alguma coisa frustrante, tediosa, inesperada, superestimulante.
            Tempo específico: hora do dia, dia da semana.
            Demonstração de habilidade ou necessidade de atuação: no comportamento nas relações sociais na produção acadêmica (expectativa de fazer algo difícil, desagradável ou que provoque ansiedade).
            Outras: interação negativa com alguém ser alvo de brincadeiras ou provocações etc.
            Com o objetivo de prevenir problemas na sala de aula, o professor deve procurar alterar essas condições pré-existentes. Algumas sugestões:
  • criar um ambiente “seguro”, reduzindo o medo e o stress.
  • Aumentar a estrutura.
  • Estabelecer uma rotina previsível (são difíceis de se adaptarem a novas situações).
  • Ajustar os fatores ambientais (temperatura, iluminação, móveis, estímulos visuais etc.).
  • As regras, limites e procedimentos a serem seguidos devem ser claramente definidos, ensinados e praticados.
  • O ensino do sucesso de todos.
  • Estrutura as lições de modo a permitir participação ativa e resposta interessada.
  • Proporcionar mais escolhas e opção a fim de provocar interesse e motivação.
  • Proporcionar mais tempo e mais espaço; se necessário, mudar o tempo e o espaço.
  • Proporcionar ritmo adequado.
  • A supervisão deve ser mais freqüente.
  • Aumentar as oportunidades de movimentação física.
  • Ensinar estratégias de auto-controle (relaxamento, visualização, respiração profunda, resolução de problemas, auto-monitoramento).
  • Utilizar as estratégias de “cantinho para pensar”, “tempo para se acalmar”, “pausa para descanso”, como medida preventiva.
  • Utilizar tática de redirecionamento e preparar para as transições.
  • Trabalhar as dificuldades acadêmicas, sociais e comportamentais.
  • Proporcionar acomodações e adaptações segundo a necessidade.
  • Proporcionar maior encorajamento e retorno positivo.
  • Aumentar o número de dicas e incentivos, especialmente os “toques” visuais e sinais não verbais.
Usar voz calma, bem como uma tranqüila linguagem corporal - requisitar, redirecionar e corrigir de maneira eficiente e respeitosa.
PERFIL ACADÊMICO COMUM
  Leitura:
  • Fluência média, identificação das palavras;
  • Compreensão desigual;
  • Perde-se na leitura freqüentemente;
  • Precisa ler oralmente, não consegue ler silenciosamente;
  • Esquece o que lê;
  • Tem baixo desempenho em trechos longos;
  • Desempenho médio em trechos curtos;
  • Evita ler.
  Linguagem escrita:    
  • Idéias criativas;
  • Problemas de planejamento e organização;
  • Não consegue começar;
  • Caligrafia imatura;
  • Fraco em ortografia;
  • Velocidade lenta;
  • Produção mínima.
  • Mecânica fraca (letra maiúscula/pontuação).
  Matemática:  
  • Altamente inconsistente;
  • Erros por desatenção;
  • Conceitos matemáticos médio/forte;
  • Execução lenta com lápis/papel;
  • Lembrança fraca de fatos.
  • Alinhamento numérico fraco.  
Habilidades de estudo/organizado:  
  • Perde coisas freqüentemente;
  • Fraco em anotações;
  • Esquece matérias e tarefas;
  • Fraco em priorizações e planejamentos;
  • Má administração de tempo;
  • Tarefas incompletas.
  • Precisa de esclarecimentos e lembretes freqüentes.  
TALVEZ NÓS PRECISAMOS MODIFICAR  
  • Materiais;
  • Métodos;
  • Ritmo;
  • Ambiente;
  • Tarefas;
  • Exigências de tarefas;
  • Notas;
  • Testes / Avaliação;
  • Feedback;
  • Reforço;
  • Entrada de idéias / Rendimento;
  • Nível de suporte;
  • Grau de participação;
  • Tempo distribuído;
  • Tamanho / Quantidade.  
SETE ELEMENTOS CHAVE PARA O SUCESSO  
1º Conseguindo e mantendo atenção:  
  • Uso de novidades e objetos;
  • Técnicas eficazes de questionamento;
  • Uso de organizadores gráficos;
  • Sinais auditivos;
  • Uso de retro-projetores (para uma melhor visualização);
  • Respostas escritas associadas com atividades auditivas.  
2º Administração na sala de aula:
  • Clareza na comunicação e expectativas;
  • Uso de monitores;
  • Regras e conseqüências expostas;
  • Uso de controle por proximidade;
  • Alunos repetem instruções;
  • Sinais, elogios e reforço para períodos de transição;
  • Revisão de regras e auto-monitor em situação de grupo.  
3º Aprendizado participativo e oportunidades de respostas:  
  • Aprendizado cooperativo:
- uso de parceiros;
- membros do grupo tem papéis determinados;
- responsabilidade e auto monitoria.
  • Resposta em grupo (quadro de giz).  
4º Organização e habilidades de estudo:  
  • Uso de programas e expectativas da escola;
  • Uso de cadernos e calendários de tarefa;
  • Tarefas esclarecidas e expostas;
  • Sistema de estudo entre parceiros (por tutor).  
5º Instrução multisensorial e acomodação para estilos de aprendizado:
  • Uso de melodia e ritmo;
  • Apresente instrução visualmente / auditivamente;
  • Fazer uso de computadores;
  • Ambiente físico adequado ao trabalho dos alunos;
  • Ofereça escolhas de onde trabalhar;
  • Áreas privativas e escritórios para estudo;
  • Áreas de sala formal / informal;
  • Uso de fones ante-ruídos e outros artifícios como, por exemplo, luz local e não luz difusa;
  • Intervalo para alongamento e exercícios.  
6º Modificação na produção escrita:
  • Testes orais e transcrição escrita;
  • Rubricar trabalhos / tarefas menores;
  • Habilidades de processador de textos e digitação;
  • Uso de opções de papel (ex.: computador ou folha milimetradas).  
7º Práticas de colaboração
  • Equipes de estudo (equipes de consulta);
  • Ênfase em parcerias com os pais;
  • Ensinar em equipe para facilitar a instrução e a disciplina;
  • Uso de monitores de idades diferentes;
  • Necessidade de tempo para planejamento e apoio administrativo.  
O QUE MANTER EM MENTE COM ALUNOS QUE SÃO UM DESAFIO  
  • Planeje uma resposta e evite “reagir”;
  • Elogie, encoraje gratifique o desenvolvimento da melhora;
  • Mude o que você pode controlar... Você mesmo (atitude, linguagem do corpo, voz, estratégia / técnicas, expectativas, foco);
  • Seja firme, justo e estável;
  • Permaneça calmo;
  • Evite bater de frente (medir forças).
ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR A ATENÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS
  • faça uma pergunta interessante e especulativa, mostre uma figura, conte uma pequena estória ou leia um poema relacionado para gerar discussão e interesse para a próxima lição.
  • Tente um pouco de brincadeira ou tolice, drama (use objetos e estórias) para conseguir a atenção e estimular interesse.
  • Mistério. Traga um objeto relevante a lição em uma caixa, sacola ou fronha. Isto é uma maneira excelente de gerar especulação e pode levar a criança a ótimas discussões e atividades escritas.
  • Mostre animação e entusiasmo sobre a próxima lição.
  • Diminua o tempo que o professor fala. Faça o máximo de esforço para aumentar mais as respostas dos alunos (dizendo ou fazendo alguma coisa com a informação que está sendo ensinada).
  • O uso de parceiros (duplas) é talvez o método mais eficaz de maximizar o envolvimento do aluno. O formato, de parceiros assegura que todos estejam envolvidos ativamente não apenas alguns. “Vire-se para seu vizinho/parceiro e...” Os formatos de parceiros são ideais, para previsão, compartilhar idéias, esclarecer instrução, resumir informações / treinar / praticar (vocabulários, ortografia, operações matemáticas), compartilhar atividades escritas. Exemplos: “Junte-se a seu colega e dividam suas idéias sobre...”. Depois de dar um tempo para as duplas responderem, peça voluntários para compartilhar com a turma toda. “Quem gostaria partilhar o que você e seu parceiro pensam sobre...”
  • Formule as lições usando um ritmo animado e uma variedade de técnicas de questionamento que envolvam a classe toda, parceiros e respostas individuais.
  • Antes de pedir uma resposta oral, faça uma pergunta e peça que os alunos anotem primeiro o que eles acharem que seja correto. Depois peça que voluntários respondem oralmente.
  • Permita que os alunos usem quadro brancos individuais durante a lição, é motivador e ajuda a manter a atenção. Se usado corretamente, é também eficaz para checar a compreensão dos alunos e determinar quem precisa de reforço.
  • Varie a maneira que você chama o aluno. Por exemplo, “Todos que estão usando brinco, levantem-se esta pergunta é para vocês”. (Alunos deste grupo podem responder ou ter a opção de passar.
  • Utilize cartões de resposta já preparados para os alunos praticar áreas de conteúdo com uma ferramenta de uso individual. Estes cartões podem ser subdivididos em aproximadamente 3-5 categorias, com respostas escritas naquelas seções (ponto final, interrogação, exclamação). Quando o professor faz a pergunta (lê uma frase), o aluno coloca um pregador de roupa na resposta correta (neste exemplo qual a pontuação é necessária na fase lida); leques de respostas são outra opção (um leque é feito com vários cartões de resposta com um furo e segurado por uma argola).
Quando feito uma pergunta os alunos escolhem o cartão que melhor responde a pergunta.
  • Faça uso freqüente de respostas em grupo ou ao mesmo tempo quando há uma única resposta curta. Quando estiver explicando, pare com freqüência e peça aos alunos para voltar atrás e repetir uma ou duas palavras.
  • Use folhas de resumo que são resumos parciais enquanto você explica a lição ou dá uma palestra, os alunos preenchem as palavras que estão faltando baseado em o que você está dizendo ou escrevendo no quadro.
  • Uma técnica de instruções direta e outros métodos de questionamento que permitam oportunidade de grande participação (E.: respostas em unissario, resposta em dupla).
  • Use a estrutura apropriada para cooperação em grupos de aprendizagem (ex.: designação  de papéis, tempo limitado, responsabilidade). Não é apenas trabalho em grupo, alunos com TDAH (e muitos outros) não funcionam bem sem as estruturas e expectativas claramente definidas.
  • Sinalize alunos através da audição: toque de campainha ou sino, bata palmas, toque um acorde de piano / violão, use um sinal verbal.
  • Use sinais visuais: pisque as luzes, levante as mãos indicando que os alunos levantem as mãos e fechem a boca até que todos estiverem quietos e atentos.
  • Sinalize claramente: “todo mundo”... Pronto...”
  • Cor é muito efetivo para chamar atenção. Use pincéis coloridos no quadro branco e para transparência no retro-projetor.
  • Contato com os olhos. Os alunos devem estar virados para você quando você está falando, especialmente quando instruções estão sendo dadas. Se os alunos estiverem sentados em grupos, peça aqueles que não estão diretamente voltados para você que virem suas cadeiras e corpos quando sinalizados a fazer isso projete sua voz e certifique-se estar sendo ouvida claramente por todos. Esteja consciente de outros barulhos na sala de aula como ar condicionado e aquecedores barulhentos.
  • Chame o aluno para perto de você para explicação direta.
  • Posicione todos os alunos para que possam ver o quadro. Sempre permita que os alunos reposicionem suas carteiras e  suas carteiras e sinalizem para você se a visão estiver bloqueada.
  • Use recursos visuais. Escreva palavras chave ou figuras no quadro enquanto estiver explicando. Use figuras, diagramas, gestos, demonstrações e materiais de alto interesse.
  • Ilustre, ilustre, ilustre: não importa se você não desenha bem durante suas explicações. Dê a você mesmo e aos alunos permissão e encorajamento para desenhar, mesmo que não tenha talento. Desenhos não precisam ser sofisticados e exatos. Aliás, geralmente quanto mais tolo melhor.
  • Aponte para o material escrito que você quer enfocar com um apontador ou laser. Nota: retro projetores estão entre as melhores ferramentas para prender a atenção na sala de aula. No retro projetor o professor pode modelar facilmente e destacar informações importantes. Transparências podem ser preparadas com antecedência, poupando tempo. As transparências podem ser parcialmente cobertas, bloqueando qualquer estímulo visual que possa distrair.
  • Bloqueie material. Cubra ou retire do campo visual aquilo que você não quer que os alunos foquem, removendo as distrações do quadro ou tela.
  • Ande pela sala – mantendo sua visibilidade.
  • Esteja bem preparado e evite atrasos nas explicações.
  • Ensine tematicamente quando possível – permitindo integração de idéias / conceitos e conexões.
  • Use técnica de nível mais elevado para perguntas. Faça perguntas abertas, que requerem raciocínio e estimulam pensamentos abertos, que requerem raciocínio e estimulam pensamentos críticos e discussão.
  • Use programas de computador motivadores para construção de habilidades específicas e para fixação (programas que fornecem feedback e auto-correção).
ESTRATÉGIAS E SUPORTES PARA LIDAR COM PROBLEMAS SOCIAIS E EMOCIONAIS  
  • Tente variar a organização de assentos para proporcionar uma situação em que o aluno sinta-se confortável.
  • Dê ao aluno responsabilidade na sala de aula / escola.
  • Reduza o número de tarefa ou modifique para possibilitar um maior índice de sucesso nos alunos.
  • Tente identificar o que está causando estresse e frustração ao aluno.
  • Reduza tarefas com papel / lápis e permita outros meios de produção.
  • Amplie o tempo para completar a tarefa.
  • Use instruções curtas acompanhadas por demonstração ou exemplo visual.
  • Use um cronômetro para determinar o tempo a ser gasto em uma tarefa específica.
  • Forneça atividades que o aluno possa ter sucesso (academicamente e socialmente).
  • Envolva os alunos em atividades de monitoria com crianças menores.
  • Arranje mensagens para o aluno levar outras salas de aula ou para secretarias.
  • Descubra o interesse dos alunos e proporcione atividades que correspondam a esses interesses.
  • Tendem envolver os alunos em atividades extracurriculares.
  • Chame atenção para as potencialidades dos alunos e demonstre os talentos dele /dela, suas ilhas de competência.
  • Dê responsabilidades ao aluno de ser um assistente do professor, monitor, modelo, líder do grupo, etc.
  • Converse com professores, funcionários de apoio, orientadores, assistente sociais sobre esta criança.
  • Aumente a comunicação com os pais.
  • Aumente as oportunidades de encontrar com o aluno individualmente e estabelecer um relacionamento de apoio.
  • Dê a esta criança um monitor que possa lhe dar suporte e ser tolerante.
  • Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações e resolver problemas.
  • Ensine habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações.
  • Forme pares de alunos com monitores de séries mais avançadas ou um amigo especial, entre a equipe.
  • Aumente significativamente as interações positivas, freqüência de elogios e feedback.  
ENCORAJAMENTO E APRECIAÇÃO
  • Eu aprecio o esforço que você usou nesta tarefa.
  • Continue pensando nessas boas idéias.
  • Esse B+ reflete seu esforço. Você deve estar orgulhoso de si mesmo.
  • Marcos, eu percebi que você estava bem preparado para a aula de hoje. Realmente ajudou você ter arrumado sua carteira e em ordem o seu caderno.
  • Eu gosto da maneira que você lidou com aquele problema.
  • Você deve sentir-se bem em ver o progresso que você está fazendo. Seu esforço está sendo compensado.
  • É isso mesmo... continue praticando e logo você saberá tudo.
  • Aposto que você se dedicou muito nesta questão.
  • Eu percebi que os alunos da mesa 2 realmente se ajudaram e trabalharam como equipe. Meus parabéns.
  • Leane, você seguiu as instruções rapidamente. Eu aprecio sua cooperação.
  • Eu percebi que você realmente se dedicou a melhorar sua caligrafia. Posso ver uma melhora na sua letra.
  • Eu agradeço a maneira que você ajudou a Mariana com o que ela perdeu ontem por ter faltado a aula. Você realmente é um companheiro responsável.
  • Olha que melhora ! realmente mostra que você se dedicou com tempo e esforço.
  • Eu estou confiante que você fará uma boa escolha.
  • Você consegue fazer isto !
  • Você está  ficando melhor em...
  • Essa é difícil. Mas eu tenho certeza que você pode entender.
  • João, você está mostrando um grande auto-controle esta manhã. Você se lembrou de levantar a mão quando quer falar e está respeitando o espaço dos outros alunos.
Vanda Rambaldi
Psicóloga
Autora Consultada: Sandra Rief



 Acessado em Julho de 2014

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