SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA –
SEC
PACTO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Fred Gedeon – Floresta azul – Direc
07
Professor Orientador: Genivaldo Pereira dos Santos
TEXTO – RENDIMENTO DOS ESTUDANTES
Hora de reverter as notas baixas
Desempenho
insuficiente no primeiro bimestre é recuperável com motivação e rotina de
estudos. Parceria entre escola e família é essencial
Notas
baixas logo no primeiro bimestre indicam que o aluno não iniciou bem o ano
letivo. Um boletim com esses resultados assusta e afeta a autoestima do jovem,
mas é importante ter em mente que ainda há tempo para reverter a situação. Em
vez de os pais esbravejarem contra o estudante ou rotular culpados, o que
realmente pode melhorar o rendimento escolar é a identificação dos motivos do
baixo desempenho, a definição de uma estratégia de estudos e o apoio constante
da família.
Vários
fatores podem levar a notas vermelhas e a compreensão do problema começa no bom
contato dos pais com a escola em que o filho estuda. Comparecer às reuniões de
pais e conversar frequentemente com professores e diretor são medidas que
evitam muitos problemas. Mas, quando a nota baixa passa a ser um fato, uma
visita à escola torna-se urgente.
Ano
recuperado com organização e determinação
Uma
experiência ruim no passado motivou a aluna do Colégio Decisivo Adriana Luciene
Leonaldo, 16 anos, a mudar seus hábitos e superar as notas baixas. Em 2010, ela
reprovou no 1º ano do ensino médio e no ano passado não teve um bom começo nas
disciplinas de Física e Química. Diante desses resultados, ela tomou a decisão
de estudar diariamente em casa, indo além das tarefas exigidas pelos
professores. “Depois que eu me organizei, percebi que entendia muito melhor o
conteúdo”, diz Adriana, que reverteu a situação, obteve boas notas e agora está
no 2º ano do ensino médio.
Investigação
Confira algumas dicas que podem ajudar a descobrir o motivo das notas
baixas:
-
Converse com o jovem, sem ameaças ou julgamentos. Na maioria das vezes, quando
o problema for por falta de estudo, os alunos sabem onde falharam. Quando for
emocional, um convite para conversar faz toda a diferença.
-
Converse com o professor da turma ou da disciplina em que há dificuldades e
compare com o diagnóstico feito pelo próprio aluno.
-
Caso considere que o problema está no professor, mais do que no aluno, procure
pelo coordenador pedagógico ou pelo diretor da escola e exponha o caso.
-
Se o professor suspeitar de alguma dificuldade para enxergar ou ouvir, procure
um médico imediatamente.
Mais
dedicação
Se o problema for a falta de estudo, veja o que fazer para recuperar as
notas no próximo bimestre:
-
Reserve ao menos uma hora para estudos em casa, todos os dias, mesmo quando não
há dever de casa.
-
Prepare um ambiente de estudo para seu filho. Nada de televisão ligada ou
bagunça ao redor.
-
Se o computador for usado para estudar, alerte o jovem sobre a facilidade de
dispersão na internet e, se possível, combinem algum compromisso para que o
estudo não perca espaço para o entretenimento.
-
Procure saber como funcionam as aulas de reforço no colégio em que seu filho
estuda.
Dê a
sua opinião
O que pais e alunos podem fazer juntos para contornar as notas baixas
tiradas no primeiro bimestre?
Em
algumas instituições, como no Colégio Expoente, a comunicação entre pais e
escola é viabilizada por ferramentas digitais. “Temos um sistema pelo qual o
pai pode acompanhar diariamente a frequência e o rendimento do filho nas
atividades”, conta a coordenadora pedagógica Fabiane Stadler. Quando é possível
notar que a perda de pontos ocorreu principalmente por causa do não cumprimento
de tarefas de casa – o que influencia diretamente o desempenho nas provas –, é
preciso dar atenção especial aos hábitos do estudante em casa.
Fabiane
alerta os pais que, mesmo com uma rotina profissional agitada, é preciso se
esforçar para saber como o filho estuda. “Em muitas famílias, o aluno fica
sozinho em casa enquanto os pais estão no trabalho. Assim é fácil o estudante
ficar disperso”, diz.
Rotina
Ajudar
os alunos a encontrar a melhor forma de estudar em casa é uma preocupação
constante da coordenadora pedagógica Silvana Fortaleza, do Colégio Decisivo.
“Todo início de bimestre fazemos uma atividade sobre como desenvolver o próprio
método de estudo, no qual mostramos as diferenças entre estudar uma disciplina
e outra”, conta.
Para
Silvana, o estabelecimento de uma rotina é essencial. Nela devem constar um
horário dedicado exclusivamente ao estudo e um ambiente preparado para a
leitura – elementos que fazem grande diferença, inclusive, para a disposição do
aluno durante as aulas. “Quando o estudante adquire o hábito de anotar suas
dúvidas enquanto estuda em casa para pedir explicação na sala de aula, o
envolvimento com a matéria é muito melhor”, diz.
Reforço
A
fim de fortalecer as tentativas de recuperação, a maioria das escolas oferece o
chamado reforço escolar no contraturno das aulas. Em geral, professores
elaboram explicações e exercícios que tratam pontualmente dos temas nos quais
os alunos têm mostrado maior dificuldade. Nas escolas particulares, ao
informar-se sobre essa possibilidade, é importante que os pais verifiquem se há
taxas adicionais pelo serviço.
Problemas de saúde podem afetar o rendimento
Em
alguns casos, a queda de rendimento escolar pode não ter tanto a ver com a
compreensão de conteúdos, mas estar relacionada a problemas de saúde ou
emocionais. Alunos que sempre tiraram boas notas e apresentam um declínio
repentino podem estar, por exemplo, com a autoestima abalada por causa de algum
desentendimento com colegas de classe. Nessas situações, nada melhor do que um
diálogo aberto e sem julgamentos com o estudante para entender o que se passa.
Problemas
de visão também influenciam muito no acompanhamento das aulas. Nesses casos, os
professores são os grandes parceiros da família na identificação do problema.
Crianças, em geral, não se dão conta quando a miopia, por exemplo, começa a
aparecer. É preciso estar atento a comportamentos que sinalizam para a
dificuldade de enxergar, como perguntar com frequência o que está escrito no
quadro-negro ou levantar-se da cadeira para tentar enxergar melhor.
Há
ainda os problemas que exigem o acompanhamento de um psicopedagogo, como a
dislexia, que afeta a interpretação de textos. Embora mais complexo, o problema
nem sempre impede uma melhora no desempenho. “Já tivemos alunos diagnosticados
com dislexia que foram acompanhados por um profissional, alcançaram resultados
satisfatórios e hoje estão na faculdade”, conta a pedagoga Fabiane Stadler, do
Colégio Expoente.
DICAS PARA A SALA DE AULA
Segundo Sandra Rief (2001),
especialista em Educação Especial e Recursos de Aprendizagem, algumas condições
pré-existentes podem desencadear problemas para portadores de TDAH na sala de
aula, estas condições podem ser:
Físicas: fatores
internos como fadiga, fome, desconforto físico etc.
Meio
ambiente: barulho, posição da carteira, localização da sala, etc.
Atividade
ou evento específico: alguma coisa frustrante, tediosa, inesperada,
superestimulante.
Tempo
específico: hora do dia, dia da semana.
Demonstração
de habilidade ou necessidade de atuação: no comportamento nas relações
sociais na produção acadêmica (expectativa de fazer algo difícil, desagradável
ou que provoque ansiedade).
Outras:
interação negativa com alguém ser alvo de brincadeiras ou provocações etc.
Com
o objetivo de prevenir problemas na sala de aula, o professor deve procurar
alterar essas condições pré-existentes. Algumas sugestões:
- criar
um ambiente “seguro”, reduzindo o medo e o stress.
- Aumentar
a estrutura.
- Estabelecer
uma rotina previsível (são difíceis de se adaptarem a novas situações).
- Ajustar
os fatores ambientais (temperatura, iluminação, móveis, estímulos visuais
etc.).
- As
regras, limites e procedimentos a serem seguidos devem ser claramente
definidos, ensinados e praticados.
- O
ensino do sucesso de todos.
- Estrutura
as lições de modo a permitir participação ativa e resposta interessada.
- Proporcionar
mais escolhas e opção a fim de provocar interesse e motivação.
- Proporcionar
mais tempo e mais espaço; se necessário, mudar o tempo e o espaço.
- Proporcionar
ritmo adequado.
- A
supervisão deve ser mais freqüente.
- Aumentar
as oportunidades de movimentação física.
- Ensinar
estratégias de auto-controle (relaxamento, visualização, respiração
profunda, resolução de problemas, auto-monitoramento).
- Utilizar
as estratégias de “cantinho para pensar”, “tempo para se acalmar”, “pausa
para descanso”, como medida preventiva.
- Utilizar
tática de redirecionamento e preparar para as transições.
- Trabalhar
as dificuldades acadêmicas, sociais e comportamentais.
- Proporcionar
acomodações e adaptações segundo a necessidade.
- Proporcionar
maior encorajamento e retorno positivo.
- Aumentar
o número de dicas e incentivos, especialmente os “toques” visuais e sinais
não verbais.
Usar voz calma, bem como uma tranqüila linguagem corporal - requisitar,
redirecionar e corrigir de maneira eficiente e respeitosa.
PERFIL ACADÊMICO COMUM
Leitura:
- Fluência
média, identificação das palavras;
- Compreensão
desigual;
- Perde-se
na leitura freqüentemente;
- Precisa
ler oralmente, não consegue ler silenciosamente;
- Esquece
o que lê;
- Tem
baixo desempenho em trechos longos;
- Desempenho
médio em trechos curtos;
- Evita
ler.
Linguagem
escrita:
- Idéias
criativas;
- Problemas
de planejamento e organização;
- Não
consegue começar;
- Caligrafia
imatura;
- Fraco
em ortografia;
- Velocidade
lenta;
- Produção
mínima.
- Mecânica
fraca (letra maiúscula/pontuação).
Matemática:
- Altamente
inconsistente;
- Erros
por desatenção;
- Conceitos
matemáticos médio/forte;
- Execução
lenta com lápis/papel;
- Lembrança
fraca de fatos.
- Alinhamento
numérico fraco.
Habilidades de
estudo/organizado:
- Perde
coisas freqüentemente;
- Fraco
em anotações;
- Esquece
matérias e tarefas;
- Fraco
em priorizações e planejamentos;
- Má
administração de tempo;
- Tarefas
incompletas.
- Precisa
de esclarecimentos e lembretes freqüentes.
TALVEZ NÓS PRECISAMOS MODIFICAR
- Materiais;
- Métodos;
- Ritmo;
- Ambiente;
- Tarefas;
- Exigências
de tarefas;
- Notas;
- Testes
/ Avaliação;
- Feedback;
- Reforço;
- Entrada
de idéias / Rendimento;
- Nível
de suporte;
- Grau
de participação;
- Tempo
distribuído;
- Tamanho
/ Quantidade.
SETE ELEMENTOS CHAVE PARA O
SUCESSO
1º Conseguindo e mantendo
atenção:
- Uso
de novidades e objetos;
- Técnicas
eficazes de questionamento;
- Uso
de organizadores gráficos;
- Sinais
auditivos;
- Uso
de retro-projetores (para uma melhor visualização);
- Respostas
escritas associadas com atividades auditivas.
2º Administração na sala de aula:
- Clareza
na comunicação e expectativas;
- Uso
de monitores;
- Regras
e conseqüências expostas;
- Uso
de controle por proximidade;
- Alunos
repetem instruções;
- Sinais,
elogios e reforço para períodos de transição;
- Revisão
de regras e auto-monitor em situação de grupo.
3º Aprendizado participativo e
oportunidades de respostas:
- Aprendizado
cooperativo:
- uso de parceiros;
- membros do grupo
tem papéis determinados;
- responsabilidade e
auto monitoria.
- Resposta
em grupo (quadro de giz).
4º Organização e habilidades de
estudo:
- Uso
de programas e expectativas da escola;
- Uso
de cadernos e calendários de tarefa;
- Tarefas
esclarecidas e expostas;
- Sistema
de estudo entre parceiros (por tutor).
5º Instrução multisensorial e
acomodação para estilos de aprendizado:
- Uso
de melodia e ritmo;
- Apresente
instrução visualmente / auditivamente;
- Fazer
uso de computadores;
- Ambiente
físico adequado ao trabalho dos alunos;
- Ofereça
escolhas de onde trabalhar;
- Áreas
privativas e escritórios para estudo;
- Áreas
de sala formal / informal;
- Uso
de fones ante-ruídos e outros artifícios como, por exemplo, luz local e
não luz difusa;
- Intervalo
para alongamento e exercícios.
6º Modificação na produção escrita:
- Testes
orais e transcrição escrita;
- Rubricar
trabalhos / tarefas menores;
- Habilidades
de processador de textos e digitação;
- Uso
de opções de papel (ex.: computador ou folha milimetradas).
7º Práticas de colaboração
- Equipes
de estudo (equipes de consulta);
- Ênfase
em parcerias com os pais;
- Ensinar
em equipe para facilitar a instrução e a disciplina;
- Uso
de monitores de idades diferentes;
- Necessidade
de tempo para planejamento e apoio administrativo.
O QUE MANTER EM MENTE COM ALUNOS QUE
SÃO UM DESAFIO
- Planeje
uma resposta e evite “reagir”;
- Elogie,
encoraje gratifique o desenvolvimento da melhora;
- Mude
o que você pode controlar... Você mesmo (atitude, linguagem do corpo, voz,
estratégia / técnicas, expectativas, foco);
- Seja
firme, justo e estável;
- Permaneça
calmo;
- Evite
bater de frente (medir forças).
ESTRATÉGIAS PARA ATRAIR A ATENÇÃO E
PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS
- faça
uma pergunta interessante e especulativa, mostre uma figura, conte uma
pequena estória ou leia um poema relacionado para gerar discussão e
interesse para a próxima lição.
- Tente
um pouco de brincadeira ou tolice, drama (use objetos e estórias) para
conseguir a atenção e estimular interesse.
- Mistério.
Traga um objeto relevante a lição em uma caixa, sacola ou fronha. Isto é
uma maneira excelente de gerar especulação e pode levar a criança a ótimas
discussões e atividades escritas.
- Mostre
animação e entusiasmo sobre a próxima lição.
- Diminua
o tempo que o professor fala. Faça o máximo de esforço para aumentar mais
as respostas dos alunos (dizendo ou fazendo alguma coisa com a informação
que está sendo ensinada).
- O
uso de parceiros (duplas) é talvez o método mais eficaz de maximizar o
envolvimento do aluno. O formato, de parceiros assegura que todos estejam
envolvidos ativamente não apenas alguns. “Vire-se para seu
vizinho/parceiro e...” Os formatos de parceiros são ideais, para previsão,
compartilhar idéias, esclarecer instrução, resumir informações / treinar /
praticar (vocabulários, ortografia, operações matemáticas), compartilhar
atividades escritas. Exemplos: “Junte-se a seu colega e dividam suas
idéias sobre...”. Depois de dar um tempo para as duplas responderem, peça
voluntários para compartilhar com a turma toda. “Quem gostaria partilhar o
que você e seu parceiro pensam sobre...”
- Formule
as lições usando um ritmo animado e uma variedade de técnicas de
questionamento que envolvam a classe toda, parceiros e respostas
individuais.
- Antes
de pedir uma resposta oral, faça uma pergunta e peça que os alunos anotem
primeiro o que eles acharem que seja correto. Depois peça que voluntários
respondem oralmente.
- Permita
que os alunos usem quadro brancos individuais durante a lição, é motivador
e ajuda a manter a atenção. Se usado corretamente, é também eficaz para
checar a compreensão dos alunos e determinar quem precisa de reforço.
- Varie
a maneira que você chama o aluno. Por exemplo, “Todos que estão usando
brinco, levantem-se esta pergunta é para vocês”. (Alunos deste grupo podem
responder ou ter a opção de passar.
- Utilize
cartões de resposta já preparados para os alunos praticar áreas de
conteúdo com uma ferramenta de uso individual. Estes cartões podem ser
subdivididos em aproximadamente 3-5 categorias, com respostas escritas
naquelas seções (ponto final, interrogação, exclamação). Quando o
professor faz a pergunta (lê uma frase), o aluno coloca um pregador de
roupa na resposta correta (neste exemplo qual a pontuação é necessária na
fase lida); leques de respostas são outra opção (um leque é feito com
vários cartões de resposta com um furo e segurado por uma argola).
Quando feito uma
pergunta os alunos escolhem o cartão que melhor responde a pergunta.
- Faça
uso freqüente de respostas em grupo ou ao mesmo tempo quando há uma única
resposta curta. Quando estiver explicando, pare com freqüência e peça aos
alunos para voltar atrás e repetir uma ou duas palavras.
- Use
folhas de resumo que são resumos parciais enquanto você explica a lição ou
dá uma palestra, os alunos preenchem as palavras que estão faltando
baseado em o que você está dizendo ou escrevendo no quadro.
- Uma
técnica de instruções direta e outros métodos de questionamento que
permitam oportunidade de grande participação (E.: respostas em unissario,
resposta em dupla).
- Use
a estrutura apropriada para cooperação em grupos de aprendizagem (ex.:
designação de papéis, tempo limitado, responsabilidade). Não é
apenas trabalho em grupo, alunos com TDAH (e muitos outros) não funcionam
bem sem as estruturas e expectativas claramente definidas.
- Sinalize
alunos através da audição: toque de campainha ou sino, bata palmas, toque
um acorde de piano / violão, use um sinal verbal.
- Use
sinais visuais: pisque as luzes, levante as mãos indicando que os alunos
levantem as mãos e fechem a boca até que todos estiverem quietos e
atentos.
- Sinalize
claramente: “todo mundo”... Pronto...”
- Cor
é muito efetivo para chamar atenção. Use pincéis coloridos no quadro
branco e para transparência no retro-projetor.
- Contato
com os olhos. Os alunos devem estar virados para você quando você está
falando, especialmente quando instruções estão sendo dadas. Se os alunos
estiverem sentados em grupos, peça aqueles que não estão diretamente
voltados para você que virem suas cadeiras e corpos quando sinalizados a
fazer isso projete sua voz e certifique-se estar sendo ouvida claramente
por todos. Esteja consciente de outros barulhos na sala de aula como ar
condicionado e aquecedores barulhentos.
- Chame
o aluno para perto de você para explicação direta.
- Posicione
todos os alunos para que possam ver o quadro. Sempre permita que os alunos
reposicionem suas carteiras e suas carteiras e sinalizem para
você se a visão estiver bloqueada.
- Use
recursos visuais. Escreva palavras chave ou figuras no quadro enquanto
estiver explicando. Use figuras, diagramas, gestos, demonstrações e
materiais de alto interesse.
- Ilustre,
ilustre, ilustre: não importa se você não desenha bem durante suas
explicações. Dê a você mesmo e aos alunos permissão e encorajamento para
desenhar, mesmo que não tenha talento. Desenhos não precisam ser
sofisticados e exatos. Aliás, geralmente quanto mais tolo melhor.
- Aponte
para o material escrito que você quer enfocar com um apontador ou laser.
Nota: retro projetores estão entre as melhores ferramentas para prender a
atenção na sala de aula. No retro projetor o professor pode modelar
facilmente e destacar informações importantes. Transparências podem ser
preparadas com antecedência, poupando tempo. As transparências podem ser
parcialmente cobertas, bloqueando qualquer estímulo visual que possa
distrair.
- Bloqueie
material. Cubra ou retire do campo visual aquilo que você não quer que os
alunos foquem, removendo as distrações do quadro ou tela.
- Ande
pela sala – mantendo sua visibilidade.
- Esteja
bem preparado e evite atrasos nas explicações.
- Ensine
tematicamente quando possível – permitindo integração de idéias /
conceitos e conexões.
- Use
técnica de nível mais elevado para perguntas. Faça perguntas abertas, que
requerem raciocínio e estimulam pensamentos abertos, que requerem
raciocínio e estimulam pensamentos críticos e discussão.
- Use
programas de computador motivadores para construção de habilidades
específicas e para fixação (programas que fornecem feedback e
auto-correção).
ESTRATÉGIAS E SUPORTES PARA LIDAR COM PROBLEMAS
SOCIAIS E EMOCIONAIS
- Tente
variar a organização de assentos para proporcionar uma situação em que o
aluno sinta-se confortável.
- Dê
ao aluno responsabilidade na sala de aula / escola.
- Reduza
o número de tarefa ou modifique para possibilitar um maior índice de
sucesso nos alunos.
- Tente
identificar o que está causando estresse e frustração ao aluno.
- Reduza
tarefas com papel / lápis e permita outros meios de produção.
- Amplie
o tempo para completar a tarefa.
- Use
instruções curtas acompanhadas por demonstração ou exemplo visual.
- Use
um cronômetro para determinar o tempo a ser gasto em uma tarefa
específica.
- Forneça
atividades que o aluno possa ter sucesso (academicamente e socialmente).
- Envolva
os alunos em atividades de monitoria com crianças menores.
- Arranje
mensagens para o aluno levar outras salas de aula ou para secretarias.
- Descubra
o interesse dos alunos e proporcione atividades que correspondam a esses
interesses.
- Tendem
envolver os alunos em atividades extracurriculares.
- Chame
atenção para as potencialidades dos alunos e demonstre os talentos dele
/dela, suas ilhas de competência.
- Dê
responsabilidades ao aluno de ser um assistente do professor, monitor,
modelo, líder do grupo, etc.
- Converse
com professores, funcionários de apoio, orientadores, assistente sociais
sobre esta criança.
- Aumente
a comunicação com os pais.
- Aumente
as oportunidades de encontrar com o aluno individualmente e estabelecer um
relacionamento de apoio.
- Dê a
esta criança um monitor que possa lhe dar suporte e ser tolerante.
- Ensine
habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações e
resolver problemas.
- Ensine
habilidades sociais apropriadas, estratégias de lidar com situações.
- Forme
pares de alunos com monitores de séries mais avançadas ou um amigo
especial, entre a equipe.
- Aumente
significativamente as interações positivas, freqüência de elogios e
feedback.
ENCORAJAMENTO E
APRECIAÇÃO
- Eu
aprecio o esforço que você usou nesta tarefa.
- Continue
pensando nessas boas idéias.
- Esse
B+ reflete seu esforço. Você deve estar orgulhoso de si
mesmo.
- Marcos,
eu percebi que você estava bem preparado para a aula de hoje. Realmente
ajudou você ter arrumado sua carteira e em ordem o seu caderno.
- Eu
gosto da maneira que você lidou com aquele problema.
- Você
deve sentir-se bem em ver o progresso que você está fazendo. Seu esforço
está sendo compensado.
- É
isso mesmo... continue praticando e logo você saberá tudo.
- Aposto
que você se dedicou muito nesta questão.
- Eu
percebi que os alunos da mesa 2 realmente se ajudaram e trabalharam como equipe.
Meus parabéns.
- Leane,
você seguiu as instruções rapidamente. Eu aprecio sua cooperação.
- Eu
percebi que você realmente se dedicou a melhorar sua caligrafia. Posso ver
uma melhora na sua letra.
- Eu
agradeço a maneira que você ajudou a Mariana com o que ela perdeu ontem
por ter faltado a aula. Você realmente é um companheiro responsável.
- Olha
que melhora ! realmente mostra que você se dedicou com tempo e esforço.
- Eu
estou confiante que você fará uma boa escolha.
- Você
consegue fazer isto !
- Você
está ficando melhor em...
- Essa
é difícil. Mas eu tenho certeza que você pode entender.
- João,
você está mostrando um grande auto-controle esta manhã. Você se lembrou de
levantar a mão quando quer falar e está respeitando o espaço dos outros
alunos.
Vanda Rambaldi
Psicóloga
Autora Consultada: Sandra Rief
Acessado em Julho de 2014
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